Conheça o chatbot ideal para cada tipo de negócio

Conheça o chatbot ideal para cada tipo de negócio

Com o processo de digitalização das empresas, a busca por um atendimento digital, que atenda às demandas do cliente de forma eficaz, se tornou prioridade para maioria das organizações. De acordo com o Mapa do Ecossistema Brasileiro de Bots 2020, os chatbots apresentaram um crescimento de 68% em relação ao ano de 2019.

Com ajuda dos chatbots, as empresas podem manter até 90% dos clientes com o atendimento 24/7 e uma experiência mais personalizada. Para o CEO da Ubots, Rafael Souza (foto), é importante entender e avaliar a necessidade das empresas. “Para uma decisão efetiva é importante que a empresa entenda a realidade do negócio e verifique se as principais vantagens dos chatbots (como automatização, disponibilidade e padronização das conversas, por exemplo) cumprem  a essas necessidades”, afirma.

Categorização pré e pós-vendas

Do ponto de vista das aplicações em negócios, é possível classificar os chatbots e separá-los em duas grandes categorias: pré e pós-vendas.

No pré-vendas os bots auxiliam tirando dúvidas dos leads e são integrados com um CRM para coleta de informações. Assim, eles podem ajudar o cliente no processo de compra. Já no pós-vendas, eles ajudam os clientes com status dos pedidos, com o processo de troca do produto e até emissão de notas fiscais.

Como exemplo dessa configuração, o chatbot “Ben”, que é utilizado pela Panvel – rede de farmácias da região sul do país, fornece informações sobre produtos, saldo de pontos, adesão ao programa de fidelidade, preços, disponibilidade de produtos e direciona os usuários durante o processo de compra.

Segundo o Mapa do Ecossistema Brasileiro de Bots 2020, outras categorias estão inclusas no processo de pré e pós-vendas. Confira abaixo:

Atendimento ao cliente

É considerado o tipo de bot mais comum no atendimento às empresas. Eles possuem interação com clientes e visam solucionar problemas apresentados.

Vendas

São chatbots que interagem com os consumidores que estão avaliando uma possível compra. Eles podem ajudar iniciando uma conversa sobre características do produto ou serviço que a pessoa está interessada.

Apoio ao back-office

São utilizados dentro da própria empresa, com o objetivo de automatizar processos de negócios. Os bots de RH, que interagem com os colaboradores da empresa, são um exemplo comum.

Cobrança

Eles podem atuar na cobrança de valores que os consumidores possuem com as empresas. Muitos desses bots são configurados para efetuar negociações de dívidas de forma automática.

“Apesar dessas classificações, as empresas não precisam decidir por apenas uma categoria de chatbot, podendo contar com chatbots diferentes para todas as categorias”, explica Souza.

Segundo o CEO, é possível adequar o chatbot de acordo com a necessidade da empresa. No processo de construção do chabot são levadas em consideração a finalidade para o qual o bot vai se destinar. Dessa forma, os fluxos de conversas e possíveis integrações já são pensados de acordo com as solicitações que possivelmente podem surgir.

Tendências para 2021

Para Rafael Souza, o ano de 2020 já evoluiu muito em tecnologia e como destaque o CEO traz o voicebots, que está inserido cada vez mais na rotina das pessoas. “Assistentes virtuais, como Alexa, Siri e Google Assistant estão aí para comprovar isso e auxiliar na necessidade dos consumidores. Em 2020, 68% das empresas que já desenvolvem chatbots também criaram os voicebots”, explica.

Os chatbots estão entrando em cada vez mais canais digitais. Os custos operacionais da empresa são reduzidos significativamente e o retorno de investimento pode ser visto relativamente rápido. “Esperamos que os bots tenham comunicação humanizada, personalizada de acordo com as necessidades de cada consumidor, agilidade na resolução dos problemas e interação descomplicada”, finaliza Rafael.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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