Marketplace de nicho é tendência para 2021

Marketplace de nicho é tendência para 2021

De acordo com um estudo realizado pela Webshoppers no primeiro semestre de 2020, os varejistas de marketplaces representaram 78% do faturamento total do e-commerce brasileiro. Destes, os nichos mais populares foram esportes, moda e móveis. Acompanhando esse cenário, a OmniK, startup do Grupo FCamara que transforma lojas virtuais em grandes marketplaces, já identificou que o marketplace de nicho é uma tendência para 2021.

O marketplace de nicho é um modelo de negócio baseado em demandas de produtos para mercados específicos. Diferente do marketplace generalista, que conta com maior quantidade de lojas e vários mercados diferentes, esse se consolida com foco em uma categoria, tornando-se uma ‘especialista’ naquele segmento e, consequentemente, trazendo mais credibilidade para a plataforma por esse título.

“Uma das maiores vantagens desse mercado é a projeção de um crescimento rápido para o marketplace, por que há uma maior facilidade de direcionar as atenções para um único segmento. Muitos acham que o nicho pode ser pouco lucrativo por ser específico, mas o comportamento e interesse dos consumidores mostram outro caminho e os mercados segmentados vem ganhando cada vez mais espaço no e-commerce”, explica Franklin Bravos, Head da OmniK.

De acordo com o especialista em marketplace, o crescimento desse mercado de nicho é impulsionado por consumidores que buscam uma experiência diferente das grandes plataformas, produtos específicos e credibilidade por conta da especialidade daquela plataforma. Há também um caráter afetivo à categoria de produto consumido.

O especialista listou cinco benefícios que impulsionam o mercado como uma tendência em 2021:

Oferta expansiva

As plataformas de nicho apresentam uma seleção profunda em categorias de produto estritamente definidas, destacando marcas que, de outra forma, poderiam se perder em mega marketplaces.

Aquisição de clientes

De acordo com o Internet Retailer, 44% dos consumidores que descobrem uma marca em um marketplace acabam acompanhando esta marca para planejar suas próximas compras. Isso auxilia que a marca desenvolva mais audiência e fidelidade.

Comunidade

Marketplaces de nicho possibilitam maior interação entre compradores e vendedores com interesses semelhantes. Isso ajuda no momento de avaliar o produto ou o próprio serviço do seller que está ofertando, colaborando com a comunidade sobre os assuntos relacionados ao segmento.

Compradores qualificados

Os mercados especializados têm como alvo interessados e entusiastas de um segmento específico. São esses mesmos clientes que possuem motivação para o consumo e acompanham a marca.

Personalização

Alguns mercados podem aproveitar os dados para personalizar o conteúdo e demais ações estratégicas, como o caso da Enjoei, que trabalha toda sua estratégia de comunicação voltada para seu público específico nichado: a geração Millennial.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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