Praticidade e segurança do dólar digital promete aposentar as tradicionais doleiras

Praticidade e segurança do dólar digital promete aposentar as tradicionais doleiras

Uma dúvida recorrente para quem programa uma viagem para os Estados Unidos é como levar o dinheiro. Os mais tradicionais optam por levar dinheiro em espécie, nas já conhecidas doleiras. Com elas, o Conselho Monetário Nacional e a Secretaria da Receita Federal permitem que o viajante leve até R$ 10 mil convertidos em dólar, sem a necessidade de declarar.

No entanto, quem decide levar o dinheiro desta maneira pode colocar sua segurança em risco, podendo sofrer furtos e assaltos. Outras desvantagens relacionadas às doleiras está na falta de praticidade em ficar transportando notas e moedas, podendo perder ou até estragar as cédulas, resultando em um grande prejuízo.

Outra opção que muitos utilizam é o cartão de crédito internacional de contas brasileiras. Mas a alternativa não é econômica, uma vez que o viajante precisa arcar com o IOF estabelecido a 6,38% e um spread que, em média, varia de 4% a 7%. Outra desvantagem na utilização do cartão de crédito é em relação à cotação do dólar turismo do dia da compra, sem muita transparência de quanto é cobrado.

Conta em dólar

Atualmente a maneira mais prática e segura para levar dinheiro para os Estados Unidos é abrindo uma conta corrente internacional, que permite que o viajante transfira dinheiro do Brasil para a conta no exterior com segurança e pagando pouco. Outro ponto positivo para a abertura de uma conta em dólar nos Estados Unidos é que o dinheiro fica protegido pelo Fundo Garantidor de crédito do governo dos EUA.

No Brasil, o único banco que oferece este tipo de proteção é a Nomad, uma conta corrente digital em dólar voltada para não-residentes, em parceria com um banco americano. Com conta aberta na fintech é possível utilizar o cartão de débito nos Estados Unidos, em compras físicas e online, como se estivesse no Brasil. Além da praticidade e segurança do dólar digital, a utilização da conta em dólar da Nomad se mostra econômica.
A conta Nomad é aberta de forma gratuita exclusivamente pelo aplicativo, com o preenchimento de dados pessoais e a foto do passaporte brasileiro válido. Os custos para a transferência envolvem o IOF de 1,1% e spread de 2%. Não há cobrança para receber transferências de outros bancos nos Estados Unidos e a utilização do cartão é ilimitada, sem qualquer tarifa.
Outro diferencial da conta corrente Nomad é que a cotação do dólar acontece em tempo real. O cliente pode acompanhar a cotação pelo aplicativo, acompanhando a evolução da moeda americana no momento de cada compra, com total transparência.

É nítido que cada vez mais o dinheiro físico está em desuso. Enquanto as contas internacionais se tornam cada vez mais acessíveis, viajar com dinheiro em espécie pode ser um transtorno e por outro lado, o cartão de crédito foge quando o assunto é economizar. Contas digitais, como a Nomad, que oferecem segurança e economia, têm ganhado espaço entre os viajantes. Elas mostram que um cartão virtual e uma pequena quantia de dinheiro, apenas para pequenos gastos como pegar um táxi ou mesmo oferecer uma gorjeta, são suficientes para proporcionar uma viagem mais prática e segura.

Saiba mais sobre a Nomad

Criada em 2019 pelos sócios Patrick Sigrist, Marcos Nader e Eduardo Haber, a Nomad é uma fintech que oferece conta corrente e serviços financeiros nos Estados Unidos para brasileiros. Totalmente digital e com conta corrente gratuita, o banco elimina a burocracia e quebra barreiras tornando as transações cambiais e outras atividades bancárias, simples, rápidas e econômicas.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *