Com foco na redução de custos, BPO Financeiro cresce nas empresas

Com foco na redução de custos, BPO Financeiro cresce nas empresas

Há um ditado popular que diz que empreender no Brasil é para poucos. E a afirmação ganha contornos ainda mais reais quando se olha para dados sobre a abertura de empresas do país. Segundo o IBGE, seis em cada 10 negócios fecham as portas antes dos cinco anos de atuação. A falência, em boa parte dos casos, está ligada à falta de conhecimento sobre gestão financeira.

Para driblar a estatística e focar no core do negócio, muitos empreendedores vêm recorrendo ao BPO Financeiro, ou seja, a terceirização da área de finanças, que passa a ser administrada por uma empresa especializada no serviço. É o que faz, por exemplo, a M.Victor Consultoria, que atualmente cuida do departamento financeiro de 30 empresas e garante: delegar a organização deste setor é garantia de bons resultados em médio e longo prazos.

“Diariamente nos deparamos com empreendedores que criaram um negócio a partir de um talento específico ou após estudarem determinada profissão. Eles são experts naquilo que fazem, mas desconhecem a realidade da área financeira e por isso comumente têm dificuldades de garantir o lucro e manter investimentos para a perenidade do negócio”, explica Manoel Victor Tomaz, administrador e fundador da M.Victor Consultoria.

Tomaz (foto) destaca que através do serviço de BPO Financeiro a M.Victor implanta na rotina de seus clientes boas práticas de gestão, organização de fluxo de caixa, aplicação bem direcionada de recursos, indicação de melhores investimentos e de melhorias para redução de custos. “Outro fator essencial é que, por mais que haja a terceirização dos processos, é o empresário que tem o poder de decisão sobre o dinheiro”, comenta.

Erros comuns que são eliminados através do BPO Financeiro

Mesmo em negócios de médio porte é comum que as despesas empatem ou até mesmo superem o lucro porque alguns erros são cometidos na administração. O CEO da M.Victor aponta alguns deles: no fluxo de caixa, apenas pagamentos e recebimentos são considerados, sem indicadores que levem à realização de melhorias e previsibilidade de demandas; mistura entre contas pessoa física e jurídica; aplicação incorreta dos recursos financeiros; falta de gestão sobre crédito e cobrança.

Além de estratégico, o BPO Financeiro promove a organização interna e garante que os recursos sejam bem aplicados. O empresário tem à disposição uma equipe multidisciplinar por custos reduzidos na comparação com equipe interna, e ainda assim mantém o poder de decisão sobre os próximos passos da empresa.

 

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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