Dinheiro, débito, crédito ou Pix. Saiba qual o melhor meio de pagamento para o seu negócio

Dinheiro, débito, crédito ou Pix. Saiba qual o melhor meio de pagamento para o seu negócio
Escolher bem as formas de pagamento disponíveis na sua empresa são tão importantes quanto as demais estratégias de crescimento do seu negócio. Primeiro, porque é um modo de controle sobre os canais de recebíveis dos seus clientes, em segundo lugar, porque pode ser o seu diferencial competitivo sobre a concorrência .

Muitos estudos realizados antes da pandemia trazem a preferência dos clientes pelo pagamento em dinheiro, em seguida cartão de débito, e assim, o de crédito. Mas, com a mudança do perfil de consumo da população e o crescimento do uso de smartphones, durante este período, o Pix passou a ser a forma mais confiável pelos brasileiros. Segundo uma pesquisa feita pela Fiserv no primeiro semestre deste ano, entre os participantes, 22% dizem que preferem o Pix para fazer pagamentos, enquanto 28% o cartão.

A pesquisa mostra que 66% acreditam que o meio é seguro, na frente de dinheiro em espécie com 57%, código de barras com 57% e cartão com chip na maquininha com 56%, por exemplo. Mesmo uma forma não excluindo a aderência e importância da outra, se o seu negócio tem como objetivo ter uma ampla variedade de público, planeje aderir todas essas formas de pagamentos o mais rápido possível.

Pagamento no dinheiro

Mesmo com a queda na preferência pelo pagamento em espécie, o dinheiro ainda é essencial principalmente se você tem um negócio somente com vendas em lojas físicas.

Para o empreendedor há muitas vantagens, especialmente por não ter que pagar taxas de transação como nas maquininhas de cartões, e por ser uma garantia de recebimento no exato momento da compra. Mas, também carrega desvantagens, como o armazenamento de grandes quantias no estabelecimento, o que pode ser inseguro no caso de assaltos. Além disso, está sujeito a circulação de notas falsas, algo que pode acabar passando despercebido no dia a dia do seu caixa. Por essas questões, vale o máximo de atenção e planejamento.

Pensando na rotina corrida do empreendedor entre administrar as vendas e o bom relacionamento com o consumidor, a Zettle by Paypal , líder em meios de pagamentos na Europa, e a 26° fintech mais inovadora do mundo, segundo o ranking da consultoria KPMG de 2019, desenvolveu uma maquininha de cartões que contabiliza as vendas em espécie, também atrelado a um aplicativo destinado a gestão de estoque. Uma super ajuda para quem está começando e não conta com muita mão de obra.

Maquininhas de cartões: débito e crédito

As maquininhas de cartões são uma das formas mais seguras de receber seu valor, isso porque, no momento da aprovação da conta pelo dispositivo, você já tem a garantia que receberá o valor. Você não será encarregado por nenhuma inadimplência do consumidor.

Uma desvantagem é com relação ao tempo de recebimento da quantias, no débito, pode levar até 2 dias, e no crédito, até 30. No caso da Zettle, você recebe em 1 dia útil, mesmo as vendas parceladas. Ainda, para usar as maquininhas, em muitas empresas ainda é cobrado uma taxa de aluguel que podem ser contabilizadas por transações, ou um valor fixo mensal.

Mesmo assim, ainda no cenário pandêmico, 40% das pessoas passaram a usar mais o cartão de crédito e carteira digital do que antes, mais uma prova de que devemos olhar com atenção para cada método de recebimento.

Transferência bancária

Como falamos, o uso dos smartphones cresceu exponencialmente e com ele, as transferências bancárias. Um dado legal de analisar é a quantidade em bilhões movimentada pelo PIX apenas na primeira semana de lançamento, segundo o Banco Central, o que mostra o grande interesse pelo público. Pensando nisso, é inevitável que o seu negócio disponibilize, o mais rápido possível, essa forma de pagamento.

A grande vantagem desse modelo é o tempo de compensação que é instantâneo, em comparação aos outros, como o TED, que leva cerca de 1 hora, se feita dentro do horário bancário, enquanto um PIX leva somente 10 segundos para cair na conta, por exemplo.

Mas, vale avaliar muito bem o agente financeiro que oferece o serviço, porque em alguns casos, é possível que o Pix para contas PJ sejam cobradas taxas por transação.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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