Toyota anuncia 3º turno na planta de Sorocaba com a geração de até 850 empregos

Toyota anuncia 3º turno na planta de Sorocaba com a geração de até 850 empregos

A Toyota do Brasil anuncia que sua planta industrial de Sorocaba começará a produzir em três turnos a partir de janeiro de 2022. A iniciativa tem como objetivo aumentar a produção dos modelos Yaris, Etios (somente para exportação) e Corolla Cross atendendo à crescente demanda por esses produtos no Brasil e na América Latina e faz parte da estratégia de crescimento sustentável da Toyota, além de confirmar seu comprometimento com o País, apesar dos desafios que toda a indústria enfrenta por conta da pandemia de Covid-19.

A decisão da Toyota em operar 24 horas em Sorocaba elevará em 25% seu volume de produção anual, de 122 mil unidades para 152 mil, o que também contribuirá para atender a maior oferta de produtos da empresa no Brasil e na América Latina, principalmente impulsionada pelo excelente desempenho do Corolla Cross, o primeiro SUV da marca produzido no País e comercializado em 22 países da região.

O processo de contratação para preencher a mão de obra referente ao 3º turno se dará ainda em setembro. Serão cerca de 450 novas vagas para a unidade de Sorocaba e cerca de 50 outros postos de trabalho distribuídos nas outras unidades da Toyota no País. A geração de empregos também impactará a cadeia de fornecedores da Toyota, que prevê contratação de 350 novos colaboradores para atender ao aumento de volume.

“Trabalhamos duro para criar esse momento importante da história da Toyota no Brasil. Ele está sendo possível graças à excelente integração que fizemos com todos os públicos envolvidos nessa iniciativa – colaboradores, sindicato, fornecedores, concessionários e governo. Além disso, tenho certeza de que esses 850 empregos diretos e indiretos que serão gerados impactarão positivamente a sociedade brasileira nesse período tão delicado que todos vivemos”, afirma Rafael Chang, presidente da Toyota do Brasil.

Pioneirismo e tecnologia

Com essa iniciativa, a unidade de Sorocaba se consolidará como a maior produtora de veículos eletrificados da América Latina, em mais um passo da empresa na busca pela massificação de tecnologias mais limpas e consequente avanço no compromisso de neutralidade de carbono na região.

Depois de ter sido a primeira a oferecer um veículo híbrido no mercado brasileiro, o Prius, em 2013, e de ter lançado o primeiro híbrido flex do mundo em 2019, o Corolla sedã, produzido em Indaiatuba, a Toyota sedimentou esse caminho com a chegada do Corolla Cross híbrido flex em março deste ano, modelo produzido em Sorocaba e o responsável por ampliar as fronteiras da empresa para mais países da região.

Estudos realizados pela Toyota do Brasil apontam que o híbrido flex, quando abastecido com etanol, possui um dos mais altos potenciais de abatimento de emissão de CO2. Isso ocorre ao longo do ciclo de vida do etanol, desde que o biocombustível é extraído da cana-de-açúcar, passando pela disponibilidade nas bombas de abastecimento e sua queima no processo de combustão do motor. Quando abastecido apenas com etanol (E100), os resultados de abatimento do CO2 estão entre os melhores do mundo.

Fábrica de Sorocaba e ciclo de investimentos

Com nove anos de existência, a fábrica de Sorocaba é um dos símbolos da confiança da Toyota no Brasil e no Estado de São Paulo. Fruto de um investimento de US$ 600 milhões, foi a terceira unidade produtiva da Toyota no País, além de ser um marco nas operações do Brasil, pois reúne atributos das plantas mais modernas da fabricante em todo o mundo.

Nesta curta história, a unidade da Toyota já passou por dois ciclos de investimentos. O primeiro, em janeiro de 2015, de R$ 1 bilhão, foi responsável por aumentar a capacidade produtiva dos originais 74 mil veículos para 108 mil unidades anuais. Em 2019, a planta recebeu mais R$ 1 bilhão para modernização de suas instalações para a produção do Corolla Cross, o primeiro SUV da marca a ter produção nacional, além de ser o segundo veículo híbrido flex do mundo.

“Essa é mais uma prova de que a Toyota acredita no mercado brasileiro e de que, mesmo com todas as adversidades, seguimos buscando soluções que precisam ser conjuntas em prol do desenvolvimento da sociedade brasileira”, afirma Rafael Chang.

“Em 2019 após nossa missão ao Japão, demos mais um grande passo no relacionamento dessa gestão com a Toyota. Este anúncio de hoje é mais um símbolo do pioneirismo de São Paulo e da importância dos investimentos pautados em ESG. O caminho da Toyota ao ampliar a fabricação de carros híbridos nesta planta representa o compromisso da companhia com o futuro da mobilidade, totalmente baseado na transição para a descarbonização” afirma Gustavo Junqueira, presidente da InvestSP, agência de promoção de investimentos e competitividade do Estado de São Paulo e que apoia a Toyota desde 2008.

Indiretamente, a planta de Sorocaba induziu novos investimentos no Brasil, seja da própria marca ou de parceiros. O parque de fornecedores localizado ao lado do terreno da unidade abriga 11 empresas. A Toyota, como resultado da boa performance de Sorocaba, decidiu construir sua planta de motores em Porto Feliz (SP), com investimento de R$ 580 milhões. Essa planta produz os motores 1.3 e 1.5 litro, VVT-i, que equipam o Etios e o Yaris, além do propulsor 2.0L Dynamic Force que equipa o Corolla sedã e Corolla Cross.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *