Saiba como proteger os fundos de reserva dos condomínios da inflação alta

Saiba como proteger os fundos de reserva dos condomínios da inflação alta

Gestão ativa dos recursos do fundo pode evitar perda monetária e ainda garantir rentabilidade aos condôminos

Dinheiro parado em tempos de inflação e juros altos é sinônimo de perda de poder aquisitivo e de rentabilidade. Diante da perspectiva de um cenário inflacionário ainda resiliente em 2022, os fundos de reserva dos condomínios precisam receber atenção especial. Os gestores desses ativos devem adotar medidas de proteção ou de mitigação contra perdas. Uma boa gestão dos recursos pode aumentar o valor do fundo de reserva, contribuindo para que os condôminos consigam alcançar de forma mais rápida os objetivos definidos e até mesmo diminuir os aportes futuros.

O fundo de reserva é constituído por meio da convenção condominial e é formado pelas contribuições financeiras de cada unidade de um condomínio, funcionando como um instrumento de segurança, que permite a realização de obras de melhoria, manutenção e até mesmo de emergência. De acordo com a assessora de investimentos da Manchester, Rayana Borba, o condomínio, como pessoa jurídica, pode realizar a gestão ativa de seus recursos, incluindo o fundo de reserva, buscando rentabilidade ou proteção.

Para escolher a melhor estratégia de aplicação, o gestor dos recursos deve entender o perfil do condomínio, conhecer as determinações estabelecidas na convenção referentes às necessidades e objetivos de curto e longo prazo do fundo de reserva, e o valor disponível. “Entendendo com assertividade a previsibilidade de uso do recurso, é possível indicar os melhores produtos e maximizar o retorno ao cliente”, explica Rayana.

Como o dinheiro do fundo de reserva precisa ficar disponível para ser utilizado a qualquer momento, as aplicações conservadoras são as mais indicadas, como as de renda fixa, que oferecem prazos mais curtos, possuem liquidez diária e, em alguns casos, ainda contam com o Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Nesse perfil, estão produtos como CDB, LCI e LCA. Outra categoria muito utilizada são os fundos de investimentos de renda fixa, de preferência aqueles que possuam pouca volatilidade e que contemplem a opção de resgate rápido e a possibilidade de entrada e saída em momentos futuros. “Outra sugestão são os títulos públicos, mas  sempre respeitando o perfil do cliente e o prazo de alocação”, diz Rayana.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *