Pessoas físicas podem passar a investir em cesta de criptoativos

Pessoas físicas podem passar a investir em cesta de criptoativos

O sucesso da primeira operação com criptoativos realizada no início de fevereiro e cuja oferta foi concluída em apenas dois dias, levou a Hurst Capital, maior originadora de ativos alternativos da América Latina, a lançar uma nova oportunidade. Desde o dia 14 de fevereiro (segunda-feira), a fintech passou a disponibilizar em seu portal a “Operação Crypto Basket II — Blue Chips ATH”.

Trata-se de uma cesta composta por sete dos maiores criptoativos em tamanho de mercado. A projeção de rentabilidade em um cenário base é de 48,86% a.a, em um prazo de 16 meses. No cenário mais otimista, o retorno pode chegar a 157,23% ao ano em um prazo de 6 meses e, no cenário mais pessimista, a rentabilidade seria de 14,18% ao ano em 48 meses.

As criptomoedas são as mesmas da oferta anterior: Bitcoin, Ethereum, BNB, Luna, Cardano, Solana e Polkadot. O aporte mínimo é de R$ 10 mil. A cesta será liquidada quando os ativos forem precificados novamente no seu máximo valor histórico (ATH, sigla do inglês all time high). Os investidores estarão expostos à tecnologia de blockchain, a força motriz por trás dos criptoativos, em projetos consolidados e diversificados.

Segundo Arthur Farache, CEO da Hurst Capital, a operação é uma rara oportunidade para o investidor obter um salto de rentabilidade em um período relativamente curto, sem fazer nenhuma loucura. “Os investidores entenderam isso e, como temos credibilidade por sempre cumprirmos nossos compromissos, muita gente quis entrar e não conseguiu. Daí disponibilizarmos mais essa rodada”, explica.

O executivo reconhece que o mercado de criptoativos é extremamente volátil e, por isso mesmo, apresenta risco alto. Mas ressalta que a operação foi muito bem estudada para reduzir ao máximo os riscos existentes, de forma que, não havendo um retorno muito alto em seis meses, pelo menos seja possível obter alguma lucratividade, mesmo que em período maior.

A confiança de Farache é baseada justamente no recuo de precificação que essas moedas apresentaram nos últimos meses. Ele disse que há tempos aguardava uma oportunidade para lançar uma operação com criptomoedas e o momento ideal é agora. “As principais criptos passaram por um período de correção, que jogou seus preços lá para baixo. Com isso, uma janela de oportunidades se abriu porque a tendência é que elas voltem a se valorizar podendo chegar novamente a suas máximas históricas”.

O Bitcoin (BTC), por exemplo, moeda “mãe” da tecnologia blockchain, depois da última grande queda, em julho do ano passado, valorizou-se em um total de 130,56%. E nos últimos dois meses caiu 38,47%, o que abriu uma oportunidade de compra.

O Ethereum (ETH), considerado a evolução do Bitcoin para contratos inteligentes, caiu 40,23% nos últimos 2 meses. E desde que atingiu seu menor preço em 12 meses, no final de fevereiro do ano passado, o Ethereum subiu 272,89%.

A respeito das demais criptomoedas, o BNB apresentou queda de 42,06% nos últimos oito meses, enquanto a Solana caiu 63,28% nos últimos três meses. A Polkadot, rede que conecta diferentes blockchains, obteve recuo de 65,57% nos últimos dois meses e a Cardano, em cinco meses, desvalorizou 66,54%

Por fim, o blockchain de contratos inteligentes, Terra, no último mês teve seu valor diminuído em 48,25%. Para quem é leigo, isso pode assustar, mas é justamente devido a esse ajuste de preços para baixo que elas se transformaram em bons criptoativos para os investidores. Afinal,compra-se na baixa para vender na alta e assim fazer lucro. “A tendência, agora, é que elas voltem a se valorizar. Então, este é o momento certo para comprar”, comenta.
Os investidores ainda têm receio de investir em criptomoedas não pela alta volatilidade, mas por acontecimentos e notícias negativas divulgadas nos últimos meses. Pirâmides financeiras e falsas exchanges (corretoras de criptomoedas) foram responsáveis por lesar muitas pessoas. Mas esse risco não existe com a Hurst Capital, que é uma fintech registrada na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), órgão responsável pela fiscalização do mercado financeiro.
“Além disso, a Hurst conquistou o posto de maior ecossistema de ativos alternativos da América Latina após anos de trabalho sério, que originou mais de R$ 1 bilhão para mais de 10 mil pessoas”, conclui Farache.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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