Gestão financeira é a alma do negócio

Gestão financeira é a alma do negócio
A calculator, pen, and financial statement.

Especialista define o setor financeiro como combustível que impulsiona investimentos, evita gargalos e armadilhas em negociações

Rentabilidade, lucratividade e fluxo de caixa são indicadores financeiros essenciais para manter a sustentabilidade da empresa, por isso, o departamento financeiro não pode ser visto somente como um espaço de contas a pagar e receber.

Segundo a especialista em precificação e finanças, Beatriz Machnick, o financeiro deve entender o cenário empresarial e entregar informações úteis e seguras para a tomada de decisão dos gestores, além de identificar o que, de fato, é útil para o negócio prosperar.

É ele que sinaliza o caminho a ser seguido, verifica se o negócio é lucrativo ou se gera prejuízos e monitora o equilíbrio entre a entrada e saída de recursos, além de vigiar e estancar possível “gargalos invisíveis”.

Afinal de contas, todo empresário quer garantir a lucratividade do negócio e sua rentabilidade. “É comum o departamento financeiro ser visto como um setor que só paga e recebe contas e, por isso, ser visto como secundário e, até ficar um pouco esquecido. Mas, na verdade, ele precisa estar em uma posição de destaque e sair da esfera operacional para assumir a gestão de dados para uma tomada de decisão estratégica”, explica.

Desta forma, o financeiro, se bem alinhado com o restante da empresa, controla os numerários, distribui o capital corretamente e direciona os investimentos acordo com as necessidades corporativas.

Papel do gestor financeiro

Para Beatriz Machnick, cabe ao gestor financeiro gerenciar os recursos ativos e passivos, controlar a quitação de dívidas e investimentos de crescimento e, até, preparar uma possível sucessão.“Assim alcançamos resultados sólidos e vislumbramos uma evolução constante, escapando das armadilhas provocadas pela má administração de recursos”, sinaliza.

Beatriz Machnick reforça ainda que esta atuação estratégica do financeiro garantem informações precisas sobre o real cenário empresarial e auxilia nas decisões e negociações complexas.

“Com a clareza dos dados, o empreendedor consegue ter um planejamento financeiro mais assertivo e eficiente, além de ter segurança no momento de negociar, pois conhece o seu ponto de equilíbrio e até onde pode chegar. Assim, o financeiro se torna o combustível para alavancar a empresa”, completa.
Um setor fiscal forte e bem organizado é capaz de impactar, inclusive, na formação de preço, além de gerar relatórios de apuração de lucros, gestão de despesas, planejamentos estratégicos e financeiro, lucratividade e viabilidade de novos produtos e serviços.

“Quando o empreendedor trabalha com base em números e dados gerenciais tem uma base sólida para evitar prejuízos e possíveis armadilhas em negociações e investimentos”, finaliza Beatriz Machnick.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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