Vapza conquista certificação nacional “aterro zero”

Vapza conquista certificação nacional “aterro zero”

Empresa é a primeira de Castro a destinar 100% de seus resíduos para reciclagem, compostagem e coprocessamento

Uma cerimônia nesta segunda-feira (9), certificou a Vapza Alimentos como empresa Aterro Zero, ou seja, uma empresa que não destina resíduos para aterros. Estiveram presentes na premiação o CEO da Vapza, Enrico Milani, o ex-prefeito de Castro, Moacyr Elias Fadel, o secretário de Agricultura de Castro, Carlos Alberto de Oliveira, o diretor de Indústria e Comércio, Antenor Teles, membros da Associação dos Catadores de Materiais Recicláveis de Castro e colaboradores da Vapza.

“A Vapza sempre trouxe o impacto positivo em seu DNA o que tem sido fortalecido com o desenvolvimento de uma estratégia integrada de ESG. No pilar ambiental dessa estratégia, nós nos propusemos a potencializar a eficiência ambiental, e a conquista do ‘aterro zero’ contribui para esse desafio”, afirma o CEO da Vapza, Enrico Milani.

Pela legislação brasileira, as indústrias são responsáveis por tratar e dar o correto destino a todos os resíduos produzidos. Esse destino, em alguns casos, são os aterros sanitários comuns ou industriais. Por mais que sejam considerados mais adequados ambientalmente quando comparado lixões e aterros controlados, os aterros sanitários têm capacidade limitada e não proporcionam o reaproveitamento de matéria-prima e insumos. Em Castro, há uma licitação em andamento para ampliação da capacidade do aterro municipal, mas o ex-prefeito da cidade analisa que o problema é crônico em várias cidades.

“A certificação da Vapza é motivo de orgulho para a cidade de Castro. Os municípios sempre tiveram problemas sobre onde colocar os resíduos e a Vapza sai na frente com essa certificação poupando o município de não usar o aterro sanitário municipal. Espero que outras empresas sigam o exemplo para que possamos ter um ambiente saudável dentro do município e ecologicamente correto”, comenta Fadel.

Desde maio deste ano, a Vapza destina 100% de seus resíduos à reciclagem, compostagem ou coprocessamento. A conquista é a primeira ação de um forte comprometimento com a agenda ESG. Além do aterro zero, estão previstas outras ações como o Programa de Voluntariado Coorporativo, incentivo aos fornecedores locais e agricultura familiar, ações de conscientização ambiental, processo de certificação Empresa B entre outras. Neste sentido, a Vapza tem como objetivo não se tornar a melhor empresa do mundo, mas uma empresa melhor para o mundo, gerando impacto positivo para o meio ambiente e a sociedade como um todo.

“Com isso, a empresa contribui para ampliar a vida útil de aterros sanitários no país; também reduz impactos ambientais favorecendo a proteção da natureza, que é essencial para manutenção do ciclo alimentar que sustenta o nosso negócio”, destaca Milani.

Parceria com comunidade aumenta a reciclagem

Outra conquista da Vapza em 2022, que contribui para a melhor destinação dos resíduos, foi o aumento no percentual do que é encaminhado para reciclagem. Em 2021, 3,9% dos resíduos eram reciclados; agora, no acumulado dos quatro primeiros meses de 2022, o percentual superou os 7%.

O crescimento na reciclagem foi viabilizado por meio de uma parceria com a Associação dos Catadores de Materiais Recicláveis de Castro (ACMRC) que, de janeiro a abril de 2022, recebeu da Vapza a doação de 17 toneladas de materiais para serem reciclados. “Com essa parceria, além de ampliar o potencial de reciclagem, expandimos a atuação da Vapza com a comunidade local, fortalecendo a economia regional”, comenta Milani.

Melhor reaproveitamento contribui para conservação ambiental

Diante do cenário da gestão de resíduos no país, tem crescido entre no Brasil e no mundo o apelo social para que grandes geradores de resíduos se tornem “aterro zero”. Como o próprio nome dá a entender, o conceito prevê desviar de aterro sanitário pelo menos 90% dos resíduos provenientes das operações de uma determinada organização.

Superando a marca mínima, a Vapza desvia de aterro sanitário a totalidade dos resíduos gerados na indústria, evitando o descarte inapropriado de materiais que ainda podem ser reaproveitados para outras atividades econômicas. Com o material coletado da Vapza, o plástico é transformado em granulado que, posteriormente, é utilizado para fabricação de lonas e filmes, além de produtos de embalagens secundárias. Já o material que não é reciclável é transformado em cimento via coprocessamento, gerando o menor impacto ambiental possível.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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