Vendas em lojas de shopping devem crescer 7% neste inverno

Vendas em lojas de shopping devem crescer 7% neste inverno

Alshop registra movimentação mais alta do que o esperado

Mesmo que o inverno de 2022 não pareça ser tão rigoroso, até agora, a movimentação do comércio de shopping está mais alta do que o esperado. O movimento de pessoas já cresceu 15% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo um levantamento da Associação de Lojistas de Shopping (Alshop) que tem pouco mais de 40 mil associados no país. “A recuperação de público já era esperada até mesmo em função do fim das restrições impostas pela pandemia e, agora, com as férias escolares e a retomada das áreas de lazer e exposições nos shoppings, mas notamos maior público nos shoppings, uma recuperação mais forte das áreas de alimentação e mesmo com a inflação um consumo mais forte”, explica Luís Augusto Ildefonso, diretor de relações Institucionais da Alshop.

A movimentação no comércio como um todo deve representar uma venda de R$ 13,76 bilhões entre maio e agosto, de acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo – CNC.

Além da volta das áreas de lazer e exposições, as férias escolares e a temporada de inverno levam mais clientes aos shoppings em busca de promoções. O inverno começou oficialmente em 21 de junho e mesmo com preços mais altos e uma temporada menos rigorosa em temperatura, as vendas vêm crescendo. “Por ser uma estação curta, o inverno faz com que muitos lojistas coloquem em promoções mercadorias com preços convidativos de produtos novos e, também, de peças remanescentes do inverno do ano passado. Essa estratégia ajuda os vendedores a trazerem mais consumidores para dentro das lojas, assim vendendo ainda mais”, completa Ildefonso.

Segundo o levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que tem como base a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) e a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), as vendas durante o inverno geralmente registram um acréscimo médio de até 9,2% na comparação com as estações da primavera e outono.

“Muitos produtos são ofertados com descontos atrativos e praticamente a temporada de vendas já se inicia com liquidações. Se o período de dias com temperaturas baixas se prolongar, o comerciante pode manter os preços cheios elevando sua receita. Caso tenhamos alternância de dias frios com dias mais quentes os preços terão descontos ainda maiores”, ressalta Ildefonso.

Desafios e empregabilidade até o fim do ano 

Apesar dos bons números, os desafios da economia seguem no radar dos lojistas de shopping que enfrentam dificuldades com a logística de alguns produtos, a inflação impulsionada pela alta recente dos combustíveis e do dólar que segue em um patamar acima dos R$ 5.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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