Basf abre inscrições para Banco de Talentos de Diversidade

Basf abre inscrições para Banco de Talentos de Diversidade

A Basf, em linha com suas estratégias global e regional de Diversidade & Inclusão de aumentar continuamente a equidade e pluralidade de seus colaboradores, criou seu Banco de Talentos de Diversidade, com objetivo de buscar profissionais para atuar nos diferentes segmentos da empresa.

O banco é destinado a pessoas com deficiência, mulheres, membros da comunidade LGBTI+, pessoas com mais de 50 anos e pessoas pretas e pardas. Os profissionais interessados podem se inscrever na página exclusiva da BASF na internet, onde serão avaliados para futuras vagas de emprego que abrirem na companhia.

“Acreditamos que a diversidade de nossos colaboradores e colaboradoras, com sua pluralidade de ideias e vivências, traz novas perspectivas e resultados, permitindo que alcancemos nosso objetivo de ser uma organização que pensa um futuro sustentável, gerando interações criativas, inovação e valor para nossa gente, nossos clientes e para a sociedade”, afirma Maíra Simionato, Gerente de Desenvolvimento e Aquisição de Talentos e Employer Branding na Basf.

Como parte da governança do tema na companhia, a Basf conta com uma área dedicada ao assunto: é a gerência de D&I, que atua como pilar central para todos os diversos subsistemas e processos de RH, como por exemplo práticas de Recrutamento e Seleção; Desenvolvimento de Talentos; Experiência do Colaborador; Remuneração e Benefícios etc.

Atualmente, a empresa conta com 5.993 colaboradores e colaboradoras na América do Sul, sendo 70,9% de sua força de trabalho no Brasil (4.245). Com a sede brasileira em São Paulo, no bairro do Morumbi, a companhia possui 13 unidades produtivas na região (8 delas no Brasil), 24 centros de pesquisa e inovação e minifazendas em agricultura, e trabalha em seis frentes de mercado: Químicos, Materiais, Soluções Industriais, Tecnologias de Superfície, Nutrição e Cuidados e Soluções Agrícolas.

Outras iniciativas em D&I

Há mais de seis anos a Basf tem intensificado sua estratégia de Diversidade & Inclusão em toda a América do Sul, implementando estratégias internas como grupos de afinidade voltados à diversidade de gênero, geracional, identidade sexual, racial, inclusão de refugiados e pessoas com deficiência.

Essa jornada parte de um processo de mudança de crenças e comportamentos em toda a companhia, exigindo o engajamento de líderes e colaboradores. Para isso, são utilizadas abordagens e metodologias de change management (algo como gerenciamento de mudança), com ações frequentes e institucionais.

No Brasil, existem cinco grupos que promovem esse trabalho: equidade de gênero, equidade racial, inclusão de pessoas LGBTI+, inclusão de pessoas com deficiência e interação intergeracional. Dentre as principais iniciativas fomentadas, estão pesquisas, desenvolvimento de projetos, engajamento de pessoas, comunicação, realização de eventos, compartilhamento de boas práticas e contribuição para o aprimoramento dos resultados das iniciativas.

A empresa tem sido bem-sucedida em suas ações de acordo com pesquisas internas realizadas até agora. Em maio deste ano, foi realizada uma pesquisa sobre o Índice de Inclusão com colaboradores de toda a América do Sul, que chegou a um nível de satisfação de 80%, isto é, o impacto das iniciativas tem gerado reconhecimento por parte das pessoas.

“Por isso são tão importantes conquistas como o reconhecimento do Programa Global de Equidade no Trabalho, da Human Rights Campaign Foundation, que confirma a evolução da jornada de transformação cultural vivida pela empresa nos últimos anos, na qual apenas 38 companhias brasileiras foram certificadas pela inclusão de LGBTI+, incluindo a Basf”, comenta Maíra.

Todas as iniciativas têm auxiliado diretamente no desenvolvimento dos negócios, não só pelas contratações em si, como pelas novas oportunidades que são geradas, retratando o que constam estudos produzidos sobre o tema. Uma pesquisa da Harvard Business Review aponta que 45% das pessoas que trabalham em empresas que acolhem a diversidade disseram que a participação de mercado cresceu em relação ao ano anterior, e 70% afirmam que a organização conquistou novos mercados.

Grupos diversos podem atuar com maior efetividade na elaboração de novas soluções, principalmente se elas alcançam grupos dos quais eles fazem parte, tornando ainda maiores as chances de sucesso daquele produto ou serviço ser percebido.

“Estamos presentes em todo o país, então é estratégico e imprescindível que sejam desenvolvidas ações afirmativas que garantam a representatividade das comunidades em que operamos negócios e que gerem oportunidades para grupos historicamente discriminados”, finaliza.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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