Hurst origina operação financeira com metaverso

Hurst origina operação financeira com metaverso

Rentabilidade prevista é de 262,94% ao ano

Maior originadora de ativos alternativos da América Latina, a Hurst Capital lançou nesta quarta-feira (21), sua primeira operação voltada ao metaverso. A Metaverse Basket – Cripto do Brasil é uma oportunidade de investir em uma cesta de criptoativos de exposição diversificada composta por cinco das principais moedas virtuais usadas na construção de estruturas internacionais do metaverso. São elas: APE, Mana, Sand, AXS e Theta.

Segundo a fintech, a rentabilidade no cenário base é de 262,94% ao ano para um período de 18 meses. Na projeção mais pessimista o retorno previsto é de 54,46% em um prazo de 36 meses, e na mais otimista de 631,24% em 11 meses. Os investidores estarão expostos à tecnologia blockchain e segmentos da cadeia de valor do Metaverso e se beneficiarão com o desenvolvimento desse setor, que conta com grandes empresas e artistas investindo e desenvolvendo o meio, tais como: Nike, Adidas, Gucci, Samsung, Justin Bieber, Neymar, Madonna, entre outros. O aporte mínimo é de R$ 10 mil.

O diretor de Operações da área Cripto da Hurst, Murillo Alves, explica que as moedas virtuais escolhidas para a cesta da operação são as cinco mais utilizadas nos projetos de desenvolvimento do metaverso. São as moedas usadas nos ambientes virtuais construídos, como se cada um deles fosse uma nação diferente.

“Traçando um paralelo com o mundo real, funciona da seguinte forma. No Brasil, para construir qualquer obra precisamos usar o real, que é a moeda corrente. Nos Estados Unidos é o dólar. No metaverso também. Cada mundo criado tem sua própria moeda. E assim como existe câmbio entre dólar e real, existe entre esses criptoativos e as moedas físicas de qualquer país”.

Metaverso

O metaverso pode ser considerado como a versão digital do mundo em que vivemos, com localidades 3D interligadas, onde os humanos podem se conectar virtualmente. Nesses ambientes, as pessoas podem passear com os amigos, visitar prédios, comprar bens e serviços, participar de eventos e construir versões digitais de seus negócios e empresas. Em outras palavras, é uma convergência das vidas físicas e digitais, a criação de uma comunidade virtual unificada onde é possível trabalhar, brincar, relaxar, fazer transações e socializar.

Este ambiente virtual está em construção para que clientes e empresas possam levar suas identidades, moedas, experiências e ativos a qualquer lugar que desejarem. Ao contrário das experiências da web de hoje, grande parte desse mundo digital persistirá mesmo quando ninguém estiver nele. O termo abrange uma ampla variedade de realidades virtuais, desde ferramentas de trabalho até jogos e plataformas comunitárias.

“Nós acreditamos no sucesso dessa operação porque o metaverso, provavelmente, se infiltrará em todos os setores de alguma forma nos próximos anos. A gigante de contabilidade e consultoria PWC prevê que as tecnologias VR (realidade virtual) e AR (realidade aumentada) proporcionarão um impulso de US$ 1,5 trilhão à economia global até 2030, em comparação com US$ 46,5 bilhões registrados em 2019. Muito desse valor pode ser realizado em criptomoedas. Isso pode significar que os criptoativos estão realmente entrando no mainstream à medida que mais e mais pessoas se acostumam a usá-las como meio de pagamento”, afirma Arthur Farache, CEO da Hurst Capital.

Outras razões que favorecem a operação é que todos os anos US$ 54 bilhões são gastos em bens virtuais, quase o dobro do valor gasto na compra de músicas. Aproximadamente 60 bilhões de mensagens são enviadas diariamente no Roblox. O PIB do Second Life era de cerca de US$ 650 milhões em 2021, com quase US$ 80 milhões pagos aos criadores. Tokens não fungíveis (NFTs) atualmente têm um valor de mercado de US$ 41 bilhões. As aplicações propostas para a tecnologia no metaverso incluem melhorar a produtividade do trabalho, ambientes de aprendizagem interativos, e-commerce, imobiliário e moda, entre outros.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná. Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social. Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos. Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas. Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005). Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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