“Festa da firma”: confraternizações presenciais retornam com força após anos de pandemia

“Festa da firma”: confraternizações presenciais retornam com força após anos de pandemia

As confraternizações de final de ano são tradicionalmente organizadas pelas empresas como forma de agradecer os colaboradores pela dedicação durante o período. Esse momento é uma oportunidade para as organizações viabilizarem a integração da equipe, além de motivar os funcionários e fortalecer a cultura da corporação. Entretanto, para isso é importante mapear o clima do quadro funcional e buscar proporcionar a todos uma experiência agradável. Para entender quais são as possibilidades mais atrativas na visão dos profissionais, a Robert Half, consultoria global em soluções de talentos, promoveu uma sondagem em seu perfil no Linkedin.

O levantamento contou com a participação de 2.139 respondentes e revelou informações relevantes. A maior parte dos participantes optou pela comemoração no molde presencial. Dentre eles, 62% gostariam que a festa ocorresse fora do escritório, enquanto 6% elegeram como opção favorita a confraternização na própria empresa.

“Encaro como um processo completamente natural que, após quase três anos de pandemia, as pessoas estejam ávidas por encontros olho no olho. É claro, porém, que com o aumento dos casos de covid-19, a análise dos desejos e receios dos colaboradores reforça sua extrema importância, sendo fundamental envolvê-los no processo de decisão. Não podemos esquecer que a realidade de cada profissional é distinta”, destaca Fernando Mantovani, diretor-geral da Robert Half para a América do Sul.

Por outro lado, uma parcela significativa das pessoas (29%) desejaria converter o valor que seria investido na festa em ações sociais. Neste caso, há possibilidade de unir o investimento em assistências comunitárias à festa de fim de ano tradicional, de modo a estimular o engajamento social da companhia e de seus colaboradores. Já as comemorações virtuais e híbridas, que foram muito aderidas durante o período de pandemia e exigiram criatividade e jogo de cintura por parte das empresas, não são mais a preferência dos funcionários, com a menor porcentagem de aderência da enquete (3%).

Como você gostaria que fosse a festa de fim de ano da empresa? 
Festa fora do escritório62%
Revertida em ações sociais29%
Confraternização no escritório6%
Celebração virtual/híbrida3%

(Fonte: Robert Half – Linkedin)

“Gosto de pensar nessas celebrações como significativos marcos de renovação de ciclos de trabalho. Elas são positivas por diversos motivos. Além de se tratar de um contexto propício para comemorar conquistas e fortalecer o sentimento de pertencimento, com a possibilidade de reunir colaboradores que, por conta da adoção dos modelos flexíveis de trabalho podem ainda não se conhecer pessoalmente, as confraternizações funcionam como uma ferramenta de agradecimento e retribuição pelo empenho dos profissionais após períodos, muitas vezes, desafiadores. Por trás de todo time de alto rendimento há uma equipe de trabalho que se sente valorizada, isso é evidente”, finaliza Mantovani.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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