Vagas de home office ganham a preferência entre os candidatos de diversas áreas

Vagas de home office ganham a preferência entre os candidatos de diversas áreas
Businessman hands using cell phone with laptop at office desk.

Dados da consultoria PwC Brasil, em parceria com a PageGroup, indicam que 67% dos profissionais brasileiros preferem trabalhar no regime híbrido ou 100% em home office. Para chegar a essa conclusão, a empresa ouviu cerca de mil trabalhadores.

As razões são fáceis de imaginar: segundo o IBGE, em 2019, o tempo médio de deslocamento entre a casa e o trabalho do brasileiro chegou a quatro horas e 48 minutos por semana, ou seja, quase uma hora por dia útil. Esse número chega a 6 horas e 24 minutos quando são consideradas somente as capitais. No Rio de Janeiro e em São Paulo, o número é maior do que 7 horas por semana.

“A pandemia popularizou o trabalho remoto. Hoje, há muitas pesquisas sugerindo que as pessoas podem ser mais produtivas quando têm mais flexibilidade e autonomia em suas obrigações e esse é o motivo pelo qual muitas empresas já são totalmente a favor dessa modalidade. É o nosso caso”, afirma Daniel Araújo, head de Gente e Gestão da FortBrasil, Instituição de pagamento, especialista na administração de cartões de crédito.

Além disso, segundo o executivo, trabalhar em casa tornou-se sinônimo de economia em diversos aspectos, tanto para a empresa quanto para o colaborador. “Em tempos em que os combustíveis estão caros e o transporte público, normalmente, tem vários problemas, quem trabalha em casa se vê aliviado. Do lado da empresa, é possível ter bases menores e ocupar menos espaços, gastar menos insumos e utilizar a economia de formas mais estratégicas, revertendo-as para os próprios colaboradores”.

O executivo lembra ainda que o estilo de vida para quem trabalha em casa gera uma série de economias, incluindo roupas, calçados, alimentação em restaurantes, entre outros. Muitos trabalhadores que migraram para o home office agora utilizam o Vale-Refeição (VR) ou Vale-Alimentação (VA) para realizar compras no mercado e economizar um pouco mais.

Para Melyssa Carvalho, instrutora de treinamento, trabalhar na FortBrasil lhe deu a oportunidade de realizar tarefas e entregas de qualquer lugar do mundo. “Não consigo mais imaginar minha rotina sem home office. É uma modalidade que me traz segurança, flexibilidade e uma maior gestão de tempo. Além disso, consigo me organizar para cuidar da minha saúde e bem-estar, o que me faz ter uma maior qualidade de vida. Espero que mais pessoas possam ter a chance de ocupar vagas como a minha”, diz ela.

Já Flávia Liliane Holanda, coordenadora de Jurídico e Ouvidoria, afirma que conciliar trabalho com vida pessoal sempre foi um desafio. “Em 2020, com a implantação do home office e o anúncio do modelo em definitivo, finalmente eu pude dar um passo a mais na minha vida pessoal, que foi o planejamento do meu casamento. Em 2022, casei. Com o home office flexível, eu consegui (e consigo) me planejar pra me dividir entre a cidade do meu esposo e Fortaleza, conseguindo estar sempre junto, após tantos anos de distância”, relata ela.

Para o head de Gente e Gestão da FortBrasil, Daniel Araújo, o Home Office é um dos pilares mais fortes do modelo de trabalho da FortBrasil. “Trata-se de um modelo elogiado quando realizamos pesquisas internas de clima organizacional, alcançando avaliação excelente pelos colaboradores. Nos processos seletivos, os candidatos, muitas vezes, optam pela FortBrasil por conta do home office. Temos inúmeros depoimentos de vidas transformadas assim e, por isso, não temos planos de voltar ao presencial. A FortBrasil é oficialmente uma empresa híbrida, com todas as áreas administrativas, call center e de tecnologias 100% atuando de casa”, finaliza ele.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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