BRDE destina R$ 5 milhões da “Lei do Bem” para projetos e pesquisas em inovação no Sul

BRDE destina R$ 5 milhões da “Lei do Bem” para projetos e pesquisas em inovação no Sul

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) destinou aproximadamente R$ 5 milhões, em recursos provenientes da “Lei do Bem” desde 2021 até o primeiro semestre deste ano, ao usar o benefício fiscal para investimentos em projetos, pesquisas, programas e incrementos da área de inovação na Região Sul. A Lei do Bem (Lei Federal nº 11.196/05), tem como propósito, estimular a inovação, competitividade e aumentar a produtividade de empresas, ao oferecer incentivos fiscais para aquelas que investem em pesquisas e desenvolvimento de inovação tecnológica. Os benefícios podem ser revertidos na redução do Imposto de Renda e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido.

No levantamento do setor contábil do BRDE, foram apresentados à consultoria especializada, contratada em 2021, 31 projetos, sendo que 14 deles, selecionados para serem incentivados via incentivo fiscal. Com mais de 90 funcionários dedicados em atividades de P&D, o Projeto Lei do Bem conta com o envolvimento de mais de 10 Superintendências do banco.

“Quando falamos em inovação, estão envolvidos mentalidade e comportamento, que de fato possam provocar mudanças na sociedade, além de apresentar um novo olhar para os recursos existentes na lei e melhorar nossa capacidade de fazer com que o banco seja ativo, em suas ferramentas de desenvolvimento social e econômico”, analisou o diretor financeiro do BRDE, Wilson Bley Lipski.

Para o ano de 2023, até o mês de julho, estão sendo considerados 10 macroprojetos, que representam ao BRDE benefícios fiscais em torno de R$ 1,1 milhão até o momento. Esses recursos são repassados para os projetos que atendam os requisitos de inovação, seguindo os critérios estabelecidos pela lei.

De acordo com o contador-geral do BRDE, Fabiano Meassi, a “Lei do Bem é um importante marco na regulamentação de incentivos fiscais para empresas que investem em projetos de Pesquisa e Desenvolvimento no país. Atualmente, um dos principais incentivos governamentais vigentes no Brasil, mas ainda pouco conhecido pelas empresas”.

Setores envolvidos

Conforme a Contabilidade do BRDE, o banco está em um processo contínuo de modernização dos seus sistemas informatizados, por meio de customizações e, também, através de desenvolvimento de novos softwares para uso interno. “Assim, em razão da crescente necessidade de investimento em novas tecnologias, o BRDE vislumbrou a possibilidade de utilização do benefício fiscal previsto na Lei do Bem, de modo a reduzir o impacto financeiro destas inovações”, detalhou Meassi.

Com o apoio da consultoria externa especializada, a partir de 2021 o banco iniciou o Projeto Lei do Bem, coordenado pela equipe do SETRI (Setor Tributário), a fim de identificar as atividades e desafios tecnológicos possíveis de serem aproveitados no benefício fiscal. O projeto conta com a participação de diversas áreas do banco, com participação da Superintendência de Tecnologia (SUTEC), que é o setor técnico responsável pelos atuais projetos em desenvolvimento no banco que são incentivados pela Lei do Bem.

“Dessa forma, o BRDE cumpre seu papel de agente público, usando os recursos da Lei do Bem, para o crescimento do setor de inovação, investindo em bons projetos e propósitos”, comentou o diretor administrativo do BRDE, João Biral Junior.

 

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná. Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social. Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos. Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas. Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005). Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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