SIG investe na ampliação de sua fábrica de embalagens cartonadas no Paraná

SIG investe na ampliação de sua fábrica de embalagens cartonadas no Paraná

Com um investimento de 8,4 milhões de euros, a planta de Campo Largo terá capacidade produtiva de 5,2 bilhões de unidades por ano

SIG anuncia o investimento de 8,4 milhões de euros na quinta ampliação de sua planta industrial de embalagens cartonadas na cidade de Campo Largo, região metropolitana de Curitiba, no Paraná. A empresa já investiu mais de 110 milhões de euros em todas as ampliações e agora conta com uma capacidade produtiva de 5,2 bilhões de embalagens ano. A planta, que foi inaugurada em 2011, tinha uma capacidade produtiva inicial de 1 bilhão de embalagens.

O investimento confirma a importância do mercado brasileiro para a operação da multinacional e valida seu compromisso em continuar oferecendo produtos e serviços diferenciados para as indústrias locais de alimentos e bebidas. A planta conta hoje com aproximadamente 500 colaboradores e funciona 24 horas por dia, sete dias por semana e fabrica embalagens cartonadas que atendem ao mercado brasileiro e países da América do Sul.

Para Ricardo Rodriguez, Presidente e Gerente Geral Américas: “ao longo desses 12 anos, construímos uma história de sucesso, a empresa vem crescendo e tendo recorde de produção. Nossa expectativa é continuar nesse caminho e contribuindo para um ambiente sustentável através da fabricação de nossos produtos. Acredito que seja um bom momento para a empresa e para o mercado”.

A operação brasileira é responsável por uma importante parte do crescimento mundial da empresa, sendo o Brasil um dos principais mercados consumidores de embalagens cartonadas e o terceiro maior de leite UHT do mundo. Com a ampliação, aumentam também a capacidade para atender o mercado sul-americano. Além da fábrica em Campo Largo, a empresa conta também com uma planta industrial na cidade de Vinhedo (SP), responsável pela produção de embalagens tipo bag-in-box e spouted pouches, que passaram a fazer parte do portfólio da empresa após a aquisição mundial da Scholle IPN pela SIG em 2022.

Com a aquisição, a empresa abre oportunidades para novos mercados que vão além das embalagens cartonadas, trazendo em seu portfólio embalagens do tipo “bag-in-box” (consistem em uma bolsa plástica embalada por uma caixa de papel) e “spouted pouch” (embalagens flexíveis que têm uma base de sustentação e são usadas para alimentos sólidos, líquidos e pastosos, como molho de tomate ou purê de frutas). Assim, a empresa se consolida como única fornecedora global que reuni no mesmo portfólio embalagens cartonadas, cartonadas assépticas e refrigerado, bag-in-box e spouted pouch.

“Ampliamos a oferta de soluções para nossos clientes e chegamos ao chamado ‘food service’. O spouted pouch cresce com muita força no mundo, inclusive no Brasil, e estamos explorando oportunidades de consumo dentro e fora de casa”, afirma Ricardo.

Além dessa ampliação, a SIG colocou em operação esse ano uma fábrica de última geração para embalagens cartonadas assépticas em Querétaro, no México. Com um investimento total de 73 milhões de euros, ela atenderá aos mercados da América do Norte e expandirá a rede de produção global da SIG.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná. Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social. Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos. Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas. Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005). Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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