É hora de comprar ações e aplicar em fundos imobiliários

É hora de comprar ações e aplicar em fundos imobiliários

Empiricus apresenta motivos que sinalizam ciclo de valorização e lista ativos preferidos para a Bolsa e para os fundos imobiliários

O investidor deve aumentar, ainda que de forma moderada, a participação de ações de empresas brasileiras e fundos imobiliários nas suas carteiras, para aproveitar um ciclo de valorização tende a dominar esses mercados já a partir deste segundo semestre, com altas que podem levar o Ibovespa a até 245 mil pontos ao longo de 2026.

No novo relatório da Empiricus, os principais profissionais da casa listam os fatores que os levaram a projetar esse ciclo otimista: queda dos juros nos Estados Unidos e no Brasil, dólar fraco no mundo, alternância na política brasileira e ativos atualmente negociados com desconto.

“A combinação de um valuation atraente e catalisadores expressivos à frente justifica essa proposição. Boas oportunidades se colocam diante do investidor poucas vezes na vida. Quando elas se apresentam, devemos aproveitar. Podemos estar diante do início de um grande ciclo de mercado”, afirma Felipe Miranda, co-fundador, CEO e estrategista-chefe da Empiricus.

No relatório distribuído a clientes nesta semana, Felipe Miranda lista os motivos para a recomendação de maior posição em Bolsa:

Dólar fraco no mundo e um ‘bull market’ generalizado: o DXY, cesta do dólar contra as principais divisas internacionais, atingiu seu menor patamar em quatro anos; o euro fez máxima em três anos contra o dólar. Historicamente, ciclos de dólar fraco estiveram associados a vigorosas valorizações para os mercados emergentes.

Valuations descontados e posição técnica favorável: os preços dos ativos brasileiros hoje mostram que as ações e os fundos imobiliários estão sendo negociados com grande desconto em relação ao apontado pelos seus fundamentos objetivos e muito aquém de outros momentos da História. O Ibovespa negocia ao redor de 8x lucros, contra uma média histórica de 10,5x, enquanto os fundos imobiliários negociam a 84% de seu valor patrimonial.

Catalisadores

“O barato não fica caro espontaneamente. Precisamos de catalisadores para um melhor apreçamento dos ativos brasileiros. Por isso, a mudança de ciclo em prol dos mercados emergentes é tão importante. Há também outros dois catalisadores bastante relevantes a favor das ações e dos fundos imobiliários: a provável queda da Selic mais à frente e a probabilidade de alternância do ciclo de economia política”, afirma Felipe Miranda.

Ele destaca como dois principais gatilhos podem iniciar essa virada de ambiente: o cenário de Selic em potencial queda ao longo de 2026 e a probabilidade de alternância do ciclo de economia política também ano que vem, com um viés mais pró-mercado, reformista e fiscalista.

“Se a Selic em alta nos machucou tanto desde julho de 2021, o que deveria acontecer com os ativos de risco no momento de queda da taxa básica? A resposta não parece muito difícil”, aponta Felipe Miranda. “E seja lá quem for eleito em 2026, haverá de fazer um ajuste fiscal na sequência”, diz o CEO da Empiricus.

No relatório, os analistas da Empiricus listam ações e fundos imobiliários preferidos para esse ciclo positivo de ganhos para os ativos de renda variável. Confira abaixo:

10 Ações para o momento: Itaú Unibanco, Eletrobras, Prio, SmartFit, Equatorial, Cosan, Grupo SBF, BR Partners, Azzas, Direcional.

5 fundos imobiliários de maior convicção: BTG Pactual Logística (BTLG11), BTG Pactual Real Estate HF (BTHF11), HSI Malls (HSML11), JS Real Estate (JSRE11), RBR High Grade (RBRR11).

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná. Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social. Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos. Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas. Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005). Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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