10 dicas que o RH deve saber antes de contratar um plano de saúde empresarial

10 dicas que o RH deve saber antes de contratar um plano de saúde empresarial
Trazer benefícios, como plano de saúde, para os colaboradores de uma empresa nem sempre é uma tarefa fácil para a área de Recursos Humanos. São diversas opções no mercado e se for mal escolhida, ao invés de levar conforto e segurança, pode trazer dor de cabeça e complicações.

A Amarq ( amarqconsultoria.com.br ) é uma empresa especializada em gestão de benefícios com foco na inteligência em saúde e bem-estar para proporcionar tranquilidade aos clientes e colaboradores. “Nascemos como uma boutique com objetivo de atender de forma única, respeitando a jornada e a experiência de vida de cada cliente. Hoje temos como missão proporcionar mais saúde e não apenas cuidar das doenças. Oferecemos uma melhor gestão de benefícios para proporcionar tranquilidade e mais qualidade de vida para cada beneficiário”, comenta Mariana Marques, CEO da Amarq.

E, pensando em ajudar o RH a escolher o melhor benefício para os times, a executiva listou 10 pontos importantes para esta análise, Confira:

1- Observe o perfil do quadro de funcionários da sua empresa

Coletar dados dos colaboradores e dependentes, que compõem a apólice de saúde, é o primeiro passo no momento de contratação ou troca do plano. Informações como idade, sexo, local de residência, convenção coletiva de trabalho (CTT), plano atual, proporcionarão um fundamento para escolher o melhor serviço em relação as necessidades dos funcionários.

2- Qual será o modelo de contrato para plano empresarial

A primeira coisa que você deve ter em mente é saber que tipo de modelo irá contratar. É importante saber que o perfil de contrato empresarial possui três modelos; o facultativo, conhecido como de livre adesão, o compulsório na qual inclui 100% dos funcionários da folha, ou encampação que se trata de 100% das vidas no plano atual. Com isso em mente, será possível optar pela alternativa que melhor atenderá a equipe a desfrutar do benefício, além disso, a escolha assertiva garante a otimização de custos e o melhor plano de comunicação para os colaboradores.

3- Qual tipo de rede de atendimento que a empresa deve contratar

De acordo com o plano escolhido para contratação, o RH precisa analisar a rede de atendimento que cada um oferece para instruir os colaboradores. Tem a Rede própria, credenciada ou de livre escolha, que é feita através de reembolso. Antes de escolher é necessário mapear o que os usuários buscam com o benefício e encontrar algo que atenda essas necessidades.

4- Quais os fatores que influenciam os valores do plano de saúde

Os valores variam de acordo com a rede de atendimento de cada plano e outros serviços inclusos, além do perfil etário do grupo e casos isolados que passam por análise, tais como, funcionários afastados, com doença crônica, gestantes, agregados e até aposentados que ainda possuem acesso ao plano de saúde. Isso tudo conta na hora da cotação.

5- Ao escolher o plano, como saber se a empresa é confiável

É possível obter informações da operadora e de seus planos comercializados, bem como o IDSS (Índice de Desempenho da Saúde Suplementar) e recomendações com o número de registro no site da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar – www.ans.gov.br).

6- Como é feito o reajuste do plano para os colaboradores

Se atentar ao plano contratado e as possíveis variáveis dele é saber que eles sofrem reajustes. Os planos coletivos que são contratados por empresas possuem três tipos de reajuste; O de VCMH (Variação Custos Médicos Hospitalares) regulado pela ANS, o reajuste por faixa etária e o de sinistralidade, que leva em consideração a frequência de uso dos serviços.

7- É possível cancelar o plano a qualquer momento

Nenhum RH contrata um plano empresarial com a intenção de cancelar, mas imprevistos acontecem e é importante entender o procedimento. A maioria das operadoras permitem o cancelamento, mas é preciso se resguardar quanto ao prazo do contrato e sempre seguindo a regra do aviso prévio.

Uma dica é o RH fazer as cotações de mercado 90 dias antes da renovação e, analisar o prazo de cancelamento para evitar o pagamento da fatura reajustada.

8- Como funciona o tipo de cobrança de fatura após contratar o plano de saúde

Existem dois modelos de cobrança que variam de acordo com a operadora contratada, a pro-rata ou fatura cheia. Pro-rata é a cobrança feita proporcional aos dias de cobertura no mês vigente de cada beneficiário. Já a fatura cheia, o valor cobrado considera o mês inteiro, independente da quantidade de dias cobertos.

9- Conhecer diferenciais oferecidos pelas corretoras que oferecem plano de saúde

O RH que prefere buscar esse serviço por meio de corretoras especializadas, precisam analisar o que elas vão oferecer de diferencial, já que são remuneradas pela operadora para prestar esse serviço de assistência à empresa.

10- Abrangência da cobertura do plano

A questão da abrangência deve ser analisada pelo RH, pois com o aumento de home office neste último ano, muitos colaboradores mudaram de cidade e pode acontecer do plano não cobrir a região. Existem dois tipos de abrangência nos planos, o regional, limitado à área geográfica prevista no contrato e, a nacional, cobertura garantida no país.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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