Brasil tem primeira rede social de investimentos em criptomoedas do mundo

Primeira rede social de investimentos em criptomoedas do mundo, a plataforma brasileira Monnos disponibiliza para seus mais de 20 mil usuários o News Feed – um agregador de notícias globais sobre criptomoedas. E, nas próximas semanas, disponibilizará o acesso à ações de grandes empresas, como Apple, Amazon e Netflix em formato de tokens. O usuário poderá comprar frações de cada ação, as chamadas tokenized stocks.

“50% dos nossos usuários investem tanto em criptomoedas, quanto no mercado de ações. Possibilitando a compra fracionada, tornamos mais democrático o acesso a este tipo de criptoativo”, explica Rodrigo Soeiro, CEO da Monnos. “Visando fomentar a capacidade de decisão e gestão de portfólio dos usuários, oferecemos acesso às principais notícias, com interações via compartilhamentos, curtidas e comentários, como uma rede social”. 

Visando o público jovem, a criptoeconomia vem absorvendo os anseios dos investidores e facilitando diversas negociações. “São tendências mundiais os investimentos em criptomoedas e em ações fracionadas. É possível se posicionar das duas formas na Monnos, sem precisar acessar bolsas de valores de todo o globo. A cada mês, vêm aumentando em 30% os valores investidos em criptomoedas na plataforma”, aponta Soeiro.

Investidores iniciantes

Há pouco mais de um ano no mercado, a Monnos tem mais de 20 mil usuários no Brasil e no mundo. E grande parte dos brasileiros, 38,5%, nunca havia investido em criptomoedas antes. “Oferecemos aos usuários a possibilidade de seguir estratégias de outros usuários mais experientes. Isso atrai aqueles que têm interesse em investir, mas ainda não se sentem seguros”, explica Rodrigo Soeiro, CEO da Monnos.

Analisando o comportamento dos usuários, que são de 118 países, é possível observar a diferença entre os brasileiros e os investidores do exterior. “A grande maioria dos usuários de fora do Brasil (96,3%) já havia investido em criptomoedas antes. A possibilidade de conhecer a estratégia de investidores mais experientes e se empoderar vem atraindo os brasileiros – que representam 7% da nossa base de usuários”, explica Soeiro.

Como funciona

A plataforma funciona da seguinte forma: qualquer usuário pode tornar sua estratégia pública, a ser classificada em um ranking de performance. E todos os usuários podem seguir uma ou mais estratégias públicas, para ter os mesmos ganhos. Quem tem sua estratégia seguida por outros, ganha notoriedade e uma taxa mensal fixada por ele mesmo. “É importante lembrar que o mercado é volátil. Pode-se ganhar e perder, bem como o dono da estratégia. Nossa proposta é transparente e a decisão é do usuário”, explica o CEO da Monnos.

Visando difundir a criptoeconomia, a Monnos possibilita que o usuário compre, venda e faça pagamentos com criptomoedas em um único lugar – tal modelo de negócios é conhecido mundialmente como CryptoBank. Entre as exchanges brasileiras, a plataforma oferece a maior variedade, 40 criptomoedas. Além de crypto wallet (carteira de criptomoedas), portfólio management (gerenciamento de portfólio) e social trading (sincronização de estratégias). Em breve, oferecerá cartão de pagamento, possibilitando o uso de criptomoedas em compras do dia a dia.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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