KPMG aponta 4 pilares para que a governança com inteligência artificial seja confiável

KPMG aponta 4 pilares para que a governança com inteligência artificial seja confiável

Integridade, explicabilidade, equidade e resiliência. Esses são os quatros pilares que o relatório “Um modelo de governança em inteligência artificial está surgindo” (do original em inglês, The Shape of AI governance to come), produzido pela KPMG, indica para que as empresas possam garantir uma governança adequada dos algoritmos no uso da ferramenta de inteligência artificial.

Conforme aponta o estudo, para que as soluções de inteligência artificial sejam transformadoras, é necessário que exista a integridade do algoritmo e validade dos dados, incluído linhagem e adequação de como as informações são usadas. O segundo fator importante do estudo, é a explicabilidade que é a inteligência artificial explicável, que passa pela transparência na utilização da tecnologia e pelo entendimento do processo de tomada de decisão do algoritmo.

O estudo reporta também que outra diretriz importante para garantir a governança apropriada para inteligência artificial passa por uma equidade que assegure que os sistemas utilizados sejam éticos, isentos de preconceitos e que os atributos protegidos sejam usados. Por fim o quarto pilar sinalizado no relatório é a resiliência dos algoritmos que desrespeito à robustez técnica e que cumpra com agilidade do processo utilizado da inteligência artificial.

“Precisa-se ressaltar que uma estrutura de inteligência artificial abrangente para permitir e operacionalizar a confiança, responsabilidade e transparência é muitas vezes insuficiente ou inexistente atualmente nas empresas. Por isso, a implementação de infraestrutura de governança para esse sistema que abrange métodos habilitados para explica o sócio-líder de Data & Analytics, Automação e Inteligência Artificial da KPMG, Ricardo Santana.

Desafios para regulamentação bem-sucedida em IA

O estudo também relata que há desafios para que seja bem-sucedida a regulamentação das ações de governança de inteligência artificial. De acordo com o relatório, vários temas de riscos acompanham a inovação em IA, e que se tornaram mais permanentes desde o ano passado, os seguintes: a precisão e exatidão da tecnologia; o uso adequado de informações do consumidor e privacidade de dados; e discriminação e preconceito nas decisões.

“Muitos executivos estão começando a considerar como é importante a eficácia na proteção e obtenção de vantagens competitiva entre os principais interesses da companhia. Embora estruturas regulatórias tenham sido desenvolvidas nos últimos anos para lidar com questões relacionadas à privacidade, falta ainda um progresso em direção a uma estrutura mais holística que incorpore a inteligência artificial”, finaliza.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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