Cresce o número de imobiliárias digitais no país

Cresce o número de imobiliárias digitais no país

O mundo vem passando por transformações em todos os sentidos. A pandemia de Covid-19 fez com que o cotidiano adquirisse um novo processo de funcionamento. Toda essa imprevisibilidade dos acontecimentos atingiu diretamente a economia de  diversos setores e acelerou um processo que já vinha ganhando força, a digitalização.

O mercado imobiliário é um dos campos que vem sentindo o impacto dessas mudanças. O mundo moderno está cada vez mais inserido em modelos de negócios digitais. Com a competitividade cada vez mais crescente, é preciso se adaptar a esses processos para garantir a disputa pelo lugar de mercado. Em todo ramo de negócio, a tecnologia deve ser encarada como uma aliada rumo ao crescimento. Seu uso melhora o desempenho, a eficácia e o ritmo de produção, refletindo nos processos internos, no aumento de clientes e na receita.

Entre os maiores problemas enfrentados por imobiliárias e inquilinos, estão as burocracias  dos contratos de aluguel e as divergências durante todo o curso da contratação. As pessoas estão em busca de meios mais simples e ágeis. As imobiliárias digitais surgiram então como uma resposta às mudanças nos hábitos de consumo do mercado imobiliário. Em contrapartida ao sistema tradicional, na imobiliária digital, o cliente pode encontrar o imóvel que melhor atende sua necessidade de forma mais livre e prática, realizar vistorias sem transtornos e ainda ficar livre de fiadores.

Com a diminuição das burocracias na contratação e a otimização do tempo, a locação digital se mostra então uma excelente saída para o aumento da agilidade de contratos fechados e da lucratividade  para locadores e inquilinos. E os corretores também saem ganhando neste modelo. A interação com o cliente é muito maior, tanto na facilidade de oferta de novas propostas, quanto na resolução de pendências dos consumidores.

Para o CEO da EPAR Tecnologia e Gestão, uma das maiores empresas de gestão de contratos imobiliários do país, Eduardo Luíz, “a implementação da imobiliária digital é um diferencial para a conquista de novos públicos. Ela promove uma dinâmica mais rápida e eficiente de negócios. O mercado está avançando muito rápido, a maneira de consumir os produtos e serviços também. É momento de revisar as práticas de intermediação de compra e venda de imóveis. Todo o processo ainda é bastante físico, com estruturas de atendimento presencial e que precisam ser aprimoradas no ambiente virtual. As formas de apresentação dos produtos também estão em transformação, exigindo novos recursos tecnológicos”, conclui.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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