Biometria facial é um dos investimentos previstos para a transformação digital nas empresas em 2021

Biometria facial é um dos investimentos previstos para a transformação digital nas empresas em 2021
Foi-se o tempo em que pensar em Transformação Digital seria “algo do futuro”. Inovando no hoje, a unico , IDTech brasileira de soluções de proteção de identidade digital, é parceira da Sambatech, líder em soluções em vídeos online na América Latina, na pesquisa inédita “Transformação Digital no Brasil”. O estudo ouviu mais de 100 empresas presentes no mercado brasileiro, sendo 10% delas com faturamento de R﹩ 1 bilhão e contou ainda com a participação do MIT Technology Review, AWS, Cionet, DigitalHouse, Take Blip e Trybe.

A pesquisa visa entender como essas empresas passam pela transformação digital durante a pandemia do COVID-19, que acelerou o uso de tecnologias e o mundo digital no mundo. “Ela nos mostra quais são as dificuldades e quais são os grandes desafios das empresas brasileiras neste sentido”, afirma Gustavo Caetano, fundador da Sambatech e Samba Digital. E 62,5% devem investir entre 10 e 30% do total do seu faturamento em Transformação Digital neste ano.

O estudo também aponta que 45,7% das empresas brasileiras já estão implementando estratégias digitais, enquanto apenas 9,6% delas, não possuem tais planos. Outro fator relevante são as tecnologias mais procuradas para esse avanço: analytics – 62%; computação em nuvem – 46%; arquitetura de sistemas – 40%; inteligência artificial – 38%; e biometria facial – 8%. Do total respondido, 54% das companhias estão revisando os processos ou jornadas com foco em novas receitas.

Para o fundador e CEO da unico, Diego Martins, a biometria facial aparece na lista ainda timidamente, mas já mostra uma tendência ao surgir na lista, a partir do entendimento de uma sociedade mais digital. “O uso desta tecnologia ainda é polêmico no Brasil, por existir uma forte cultura de sua aplicação na segurança pública. Porém, há outras formas dela ser aplicada e sem nenhuma relação com vigilância. Quando a tecnologia é apresentada para o uso privado, com o exclusivo propósito de inibir fraudes de identidade e simplificar processos, esta é, sem dúvida, a maior aliada das organizações e dos consumidores”, explica Martins.

Para o CEO da unico, quanto mais a sociedade cresce em educação digital, mais as tecnologias se tornam meios de trazer mais segurança e maior comodidade, além de facilitar a rotina de milhões de brasileiros. “O uso da biometria facial feito com transparência e segurança – para quem usa e para os fornecedores – só tem a agregar. Ainda há um longo caminho, mas a unico vem desmistificando cenários e apresentando soluções de aplicação para a proteção da identidade”, conta Martins.

Os investimentos nas pequenas, médias e grandes

A pesquisa mostrou ainda que as pequenas e médias empresas, incluindo as startups, estão mais preocupadas em inovar, do que as grandes. Das companhias com até R﹩ 10 milhões de faturamento, 44% estão implementando uma estratégia de Transformação Digital. Das grandes, com faturamento acima de R﹩ 1 bilhão, 38,9% delas estão nesse mesmo estágio.

“O pequeno tem um contato com o cliente muito mais próximo. Além da geração que vem liderando as pequenas empresas e startups, que se sente mais disposta a tentar, errar, corrigir seus erros e readequar a rota de maneira mais rápida”, aponta Mateus Magno, co-CEO da Sambatech e Samba Digital.

Para o pós-pandemia, o executivo acredita que os investimentos serão mais pulverizados com pequenas empresas que têm uma personalização e maior velocidade. “Elas têm um diferencial positivo ante as grandes: a tomada de decisão é mais curta”, reitera.

Gente e Gestão – a Transformação Cultural

Para finalizar, a pesquisa apontou a importância de times técnicos estarem cada vez mais conectados ao negócio e nas tomadas de decisões estratégicas. “Vimos quatro pontos que se destacaram na pandemia. As empresas estão preocupadas com: como as pessoas estão; como a organização está; se a operação está adequada ao cenário interno e externo; e o que a tecnologia significa para ela. Esses são os principais questionamentos feitos antes de investir e inovar”, revela Mateus.

A estrutura do time de tecnologia também foi avaliada como um diferencial de empresas que investem na Transformação Digital segura. A maioria das companhias ainda opera em um modelo tradicional (infraestrutura, desenvolvimento, suporte e segurança), correspondendo a 36, 2% do total da pesquisa.

Porém, 28,7% delas já atuam com tribos e squads; 19,1% com Squads + DevOps; e 16% de maneira bimodal (time focado em projetos e time focado em sustentação). “Percebemos que as que sentiram mais rápido a necessidade de mudar, criaram squads. O movimento vai ocorrendo no mercado onde as squads passam a ser um dos caminhos a partir do surgimento de cases e da satisfação dos clientes”, afirma o CEO da unico, Diego Martins.

“Separar o time por squad permite que os desenvolvedores estejam junto nas tomadas de decisões e nos negócios. Não são apenas executores de uma demanda ou códigos. Hoje todas as áreas da empresa, como RH e Marketing, estão em transformação digital, não apenas a área de tecnologia. É a migração da mão de obra. Trazer a parte técnica para a não técnica. É dessa maneira que iniciamos uma transformação”, finaliza Caetano.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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