Consumidores brasileiros estão entre os que mais gastam com roupas no mundo

Consumidores brasileiros estão entre os que mais gastam com roupas no mundo

Embora muitos empresários do setor de moda se queixem da queda do faturamento neste período de pandemia, ainda assim, o Brasil tem o nono maior mercado de roupas e acessórios do mundo, entre 195 países pesquisados. E se considerarmos somente os países emergentes, ocupamos a quarta posição, só atrás da Rússia, Índia e China. Só para se ter uma ideia, o mercado de roupas movimenta no Brasil US$ 48 bilhões por ano, ou o equivalente a preços de hoje a R$ 254 bilhões. No caso específico do Paraná, o estado está em quinto lugar entre os que mais gastam com roupas.

Estas informações constam de uma pesquisa da plataforma de descontos cupomvalido.com.br, que reuniu dados da Statista, sobre o consumo de vestuário no nosso país.

O que chama a atenção neste estudo é que os brasileiros são muito sensíveis a preços. Ou seja, o preço baixo é o fator número um para a escolha do consumidor de uma determinada loja, com 38% da preferência. Já a variedade e a qualidade dos produtos, são o segundo e o terceiro fatores mais importantes. Também o serviço pós-venda e descontos são levados em consideração na hora de comprar uma roupa ou um calçado.

 Quem mais gasta com roupas

Para os lojistas que estão em busca de clientes, este estudo aponta que os consumidores que ganham entre R$ 3 mil e R$ 5.600 por mês são os que mais gastam com roupas. Agora, quando indagados sobre os motivos que levam a comprar uma roupa, 22% dos consumidores dizem que é para substituir uma peça antiga; 18% para se autopresentear e 15% compram uma peça de vestuário simplesmente para se sentir melhor.

E quando se analisa o mercado de lojas, a Renner é a maior do setor de vestuário do Brasil, com um volume de vendas de R$ 9 bilhões/ano. Na segunda posição está a C&A com R$ 5 bilhões ano. E a Alpargatas, dona da Havaianas, Osklen e Dupé, fica na terceira posição com R$3 bilhões em vendas.

Consumidor prefere s lojas físicas

Por fim, apesar do recente crescimento e da adoção da compra online, grande parte dos brasileiros ainda tem preferência de adquirir vestuários em lojas físicas. Segundo a pesquisa, 79% dos brasileiros ainda preferem comprar nas lojas físicas, contra 17% pela internet e 3% através da venda direta.

Um dos principais problemas enfrentado na compra online ainda é a falta da padronização dos tamanhos e numeração. Uma alternativa encontrada pelos e-commerce, é a adoção de políticas de troca grátis, a fim de minimizar este problema.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *