Apenas sete capitais brasileiras estão preparadas para receber o 5G

Quatro capitais estão em processo de adaptação das leis municipais por legislações mais modernas
Legislações modernas que facilitem a instalação de antenas são imprescindíveis para o avanço da nova tecnologia. O 5G vai exigir de cinco a 10 vezes mais antenas que o 4G, considerando a mesma área de cobertura, mas são antenas pequenas que podem ser instaladas nas fachadas dos edifícios, explica o presidente executivo da Conexis, Marcos Ferrari.
O levantamento avaliou 10 itens, entre os mais importantes para a chegada do 5G estão:
– Não exigir licenciamento para infraestrutura de pequeno porte;
– Procedimento simplificado e único para obter a licença;
– Prazo 60 dias para emissão de qualquer licença;
– Dispensa de novo licenciamento para incluir nova tecnologia ou infraestrutura.
Marcos Ferrari destaca ainda a importância do apoio do governo e da Anatel para a adequação das leis municipais que permitirão a instalação do 5G no Brasil. “A Anatel, o Ministério da Economia e o Ministério das Comunicações prepararam uma minuta de projeto de lei padrão a partir da qual as Câmara municipais podem elaborar leis mais modernas e que facilitem a instalação de infraestruturas de telecomunicações”, afirmou.
O leilão do 5G ocorrerá nesta quinta-feira (4). O edital prevê que as empresas comecem a oferecer o 5G nas capitais até o dia 31 de julho de 2022, mas o atendimento desse compromisso depende da permissão para a instalação de antenas, que são essenciais para a conexão.








