Tetra Pak cresce em soluções de processamento para sorvetes e polpas de fruta

Tetra Pak cresce em soluções de processamento para sorvetes e polpas de fruta

Uma das líderes globais em soluções de processamento e envase de alimentos e bebidas, a Tetra Pak está focada em oportunidades na indústria de sorvetes. O mercado é atendido pela área de Processamento da companhia, especializada na oferta de equipamentos de ponta para a fabricação de sorvetes (em massa, palitos e cones) e polpas de fruta.

Nos primeiros seis meses de 2021, a área de Processamento registrou o seu melhor desempenho em volume de vendas para o mercado de sorvetes e polpas. Os valores comercializados para a categoria se equipararam ao total negociado nos doze meses de 2018, melhor ano da empresa no segmento até então.

Se comparado o desempenho de janeiro a junho a todo o ano de 2019, que antecedeu a crise sanitária causada pela Covid-19, o crescimento da Tetra Pak no setor foi de cerca de 40% (também em volume de vendas). Dentre as razões para o bom desempenho está o avanço da vacinação no país e o prognóstico de retomada do consumo, principalmente em decorrência da reabertura de estabelecimentos comerciais e flexibilização ou término das medidas de distanciamento social.

Atualmente, a Tetra Pak é uma das principais fornecedoras de tecnologias de processamento de sorvetes atuando no país. Segundo estimativas próprias, um a cada dois sorvetes fabricados no país passam por máquinas da empresa

“Além de oportunidades na fabricação de sorvetes tradicionais, atuamos no desenvolvimento de novas categorias, como polpas de fruta e açaí. Estes são produtos com características similares ao sorvete em termos de produção e processamento e onde também temos espaço para crescer”, revela Rodrigo Godoi, diretor de Processamento da Tetra Pak Brasil.

Atualmente, a indústria de sorvetes movimenta a cifra de R$ 13 bilhões no Brasil, segundo dados da associação que representa o setor (ABIS). Em 2020, cerca de 1.050 litros do alimento foram consumidos pelos brasileiros. De acordo a consultoria de mercado Mintel, a categoria deverá crescer em média 1,7% ao ano até 2024 (em volume consumido).

“Além de oportunidades na fabricação de sorvetes tradicionais, atuamos no desenvolvimento de novas categorias, como polpas de fruta e açaí. Estes são produtos com características similares ao sorvete em termos de produção e processamento e onde também temos espaço para crescer”, revela Rodrigo Godoi, diretor de Processamento da Tetra Pak Brasil.

Atualmente, a indústria de sorvetes movimenta a cifra de R$ 13 bilhões no Brasil, segundo dados da associação que representa o setor (ABIS). Em 2020, cerca de 1.050 litros do alimento foram consumidos pelos brasileiros. De acordo a consultoria de mercado Mintel, a categoria deverá crescer em média 1,7% ao ano até 2024 (em volume consumido).

Entrada em novos nichos

A expansão da Tetra Pak na categoria de sorvetes responde a estratégia de focar também em novos nichos. Além da atuação em sorvetes em geral, a empresa tem trabalhado com fabricantes de outros produtos congelados, como polpas de fruta e açaí.

É o caso da De Marchi, indústria instalada em Jundiaí (SP) e especializada no processamento de frutas e legumes congelados. A empresa substituiu a sua antiga linha de produção de polpinhas de fruta por um sistema automático que padroniza a fabricação do produto.

“No método tradicional, a polpinha líquida é envasada em embalagens plásticas e então congelada. Isso faz com que o produto final não tenha um formato padrão, além de comprometer a sua aparência e abertura, que precisa ser feita com o auxílio de uma faca”, explica Carlos Alberto De Marchi, diretor industrial da fábrica. “Além de aspectos visuais, o modelo antigo limitava a nossa capacidade de produção e gerava perdas em excesso por conta de embalagens que se rompiam durante o manuseio dentro da fábrica”, complementa.

Fornecido pela Tetra Pak, o novo sistema utilizado pela De Marchi permite o congelamento da polpa de fruta de forma independente à embalagem. O líquido é inserido em formas e congelado por até 15 minutos. Após esta etapa, é direcionado para a mesa embaladora, garantindo um produto com formato padrão e mais atraente esteticamente.

Além do aspecto visual, o novo equipamento permite à De Marchi aumentar a sua produção e a sua eficiência em termos de consumo de energia e desempenho logístico. Em comparação com o modelo anterior, a nova linha de produção reduziu em cerca de dez horas o tempo de fabricação do produto – isso porque o congelamento acontece em equipamento da Tetra Pak e não mais em câmaras de congelamento. A inovação foi o suficiente para reduzir em cerca de 10% o consumo de energia da linha de produção.

Por ter um formato padronizado, o produto também passou a ocupar menos espaço em pallets para distribuição, permitindo acondicionar até 15% mais unidades do produto em um mesmo espaço. “São ganhos importantes que nos permitem ampliar a produção e distribuição dos nossos produtos e chegar a novos mercados” explica De Marchi.

Atualmente, a empresa atende todo o Brasil e países na América do Sul, América do Norte e Europa. O plano é estender a oferta da polpa de fruta padronizada internacionalmente, levando o produto para países que já fazem parte da estratégia de distribuição do grupo e para outras regiões.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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