ALE desenvolve nova categoria de combustíveis mais eficientes e sustentáveis

ALE desenvolve nova categoria de combustíveis mais eficientes e sustentáveis

A distribuidora de combustíveis ALE lançou, nesta semana, os combustíveis Energy, uma categoria de produtos mais eficientes e sustentáveis. Caracterizada como “combustível de transição energética”, a nova linha —composta por gasolina, etanol, diesel S10 e diesel S500— passou por pesquisas e testes, nos últimos três anos, antes do lançamento.

Os resultados mostram uma economia de consumo de, pelo menos, 7% —atestada e certificada por órgãos ligados à Organização das Nações Unidas (ONU)—, além de redução na emissão de poluentes, em média, de 30% na comparação com os produtos atualmente disponíveis no mercado brasileiro.

Os novos combustíveis desenvolvidos pela ALE possuem na formulação um catalisador de combustão de alta performance, baseado em nanotecnologia líquida, e aditivos que mantêm a limpeza do motor e depuram os depósitos no sistema de injeção dos veículos. Para atestar a eficiência, os produtos passaram por diversos testes e receberam as certificações do Unitar (Instituto das Nações Unidas para Formação e Pesquisa, em tradução livre), braço de auditoria e certificação da ONU, e do Cifal Argentina, um dos centros internacionais que compõem a Rede Global do Unitar.

A previsão é de que a linha Energy esteja disponível nos postos da Rede ALE até o fim do ano. “A família Energy chega ao mercado para oferecer tecnologia que proporciona uma eficiência energética a partir da redução no consumo de combustíveis e na emissão de poluentes no meio ambiente. Além do selo de qualidade ALE, os produtos contam com uma fórmula inovadora, capaz de promover limpeza do sistema injetor, gerar economia de consumo e redução na emissão de gases poluentes”, explica Diego Pires, diretor de Marketing e Varejo da ALE.

Testes comprovam eficiência dos combustíveis Energy no Brasil

A nova linha também passou por testes conduzidos e executados pela equipe técnica do Centro de Tecnologia da Mobilidade, que integra o departamento de Engenharia Mecânica da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), onde os resultados de eficiência, redução de consumo e redução na emissão de poluentes foram confirmados ao longo de inúmeros testes teóricos e práticos.

“Para a comprovação da eficiência energética dos combustíveis Energy, fizemos o protocolo padrão. Utilizamos uma metodologia de medição de consumo em veículos, em que selecionamos uma pista, para haver uma condução controlada. Tivemos os veículos percorrendo o espaço simultaneamente, seguindo um ciclo que tinha bem definidas a troca de marcha, velocidade e frenagem para termos o que chamamos de repetibilidade do ensaio”, explica Fabrício Pujatti, professor doutor do departamento de Engenharia Mecânica da UFMG.

Os testes foram realizados com 10 motoristas de aplicativo, em veículos de passeio fabricados no Brasil, que dirigiram em um autódromo, durante três dias, com todo o aparato técnico para analisar o consumo do combustível por quilômetro rodado. “Depois disso, eles rodaram nas ruas de Belo Horizonte e região metropolitana ao longo de 10 dias, em média, 250 quilômetros por dia. Avaliamos a performance do motor com combustíveis comuns e, depois, com o combustível Energy”, destaca Pujatti. Também foram realizados testes de eficiência energética em cinco veículos de transporte (caminhões e ônibus), operando com o combustível diesel S10 Energy.

Segundo o executivo de Operações de Varejo da ALE, Frederico Amorim, o nanocatalisador utilizado pela ALE permite uma queima mais limpa e completa. O combustível Energy também possui um pacote de aditivos, com ação detergente, que tem o potencial de preservar e melhorar a dirigibilidade do veículo —melhoria no comportamento de partida e direção, aprimorando também a experiência do condutor (inclusive com a redução de ruídos).

“A intenção da ALE era trazer algo novo e buscar no mercado, em âmbito mundial, alguém que estivesse desenvolvendo um produto para darmos um passo além do que já existia. Buscávamos algo que trouxesse uma inovação para o segmento e foi o que encontramos: um produto que associa o ganho energético à eficiência”, acrescenta.

“O catalisador produz dois benefícios básicos: melhora o processo de combustão, resultando em melhor eficiência energética, e reduz a emissão de poluentes”, explica Wilson Romão Júnior, diretor da Horeb Brasil, empresa responsável pelo desenvolvimento do catalisador da linha Energy.

Sustentabilidade

Outro destaque da nova categoria Energy é a redução da emissão de poluentes responsáveis, em sua maioria, pelo aumento no aquecimento global. Os testes comprovaram que 5 metros cúbicos de combustível da nova linha podem evitar a emissão de 1 tonelada de gás carbônico na atmosfera, o que equivale à compensação de 1 crédito de carbono.

“Energy nasce alinhada aos propósitos de descarbonização, o que contribui para a preservação do meio ambiente. A nova linha reafirma o compromisso da companhia, que foi pioneira na comercialização de biodiesel no país, com a sustentabilidade. Esse pilar é fundamental e tem pautado a atuação da ALE no mercado”, afirma Diego Pires.

 

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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