Dia Internacional do Coworking: Confira cinco motivos para aderir aos escritórios compartilhados

Dia Internacional do Coworking: Confira cinco motivos para aderir aos escritórios compartilhados

Nos últimos anos, as mudanças nos modelos de trabalho, impulsionadas pela pandemia, evidenciaram os benefícios do uso dos coworkings por empresas de todos os tamanhos. E para celebrar o Dia Internacional do Coworking, comemorado nesta terça-feira, 9 de agosto, uma lista de cinco bons motivos para fazer parte deste ambiente de trabalho se destacam e vão desde a flexibilidade, praticidade e custo-benefício na estruturação do espaço, até a possibilidade de ampliar o networking entre empresas e profissionais de diferentes áreas.

Lado a lado, essas são características cada vez mais valorizadas quando se busca qualidade no ambiente de trabalho. Patricia Coelho, diretora de operações e novos negócios do Club Coworking, afirma que “durante o período de isolamento social, registramos um aumento de 135% no número total de clientes”, dado que reforça uma mudança de comportamento e visão de negócio das empresas frente a novos formatos de trabalho.

Com isso em mente, confira cinco principais motivos para considerar os coworkings como espaço para basear pequenas, grandes e médias empresas que têm como foco crescer e produzir uma rotina de qualidade para seus colaboradores:

1 – Networking

Os coworkings, assim como a tradução literal do próprio nome, são projetados com o principal objetivo de oferecer escritórios de trabalho que possam ser compartilhados. Eles contam com espaços de uso comum, que possibilitam a integração entre os profissionais de diversas áreas, podem contribuir com a rede de contatos e gerar novos insigths de negócio.

2 – Localização e estrutura

Estar bem localizado é fundamental. As empresas que desejam expandir ou mudar para novos espaços procuram, principalmente, alocar seus escritórios em locais estratégicos, próximos aos grandes centros financeiros e corporativos da capital.

3 – Custo-benefício 

Além de oferecer as salas de trabalho, os coworkings também arcam e supervisionam todas as despesas básicas de um escritório. Dessa maneira, o custo que seria destinado para pagar as contas fixas e de materiais básicos para o dia a dia de trabalho, poderá ser investido em outras áreas.

4 – Praticidade 

Nos aluguéis tradicionais é necessário lidar com grandes burocracias e custo do investimento na estruturação do espaço. O coworking é uma alternativa prática, com contratos mais simples, que não aplicam multa para as empresas que não puderem mais arcar com as despesas do aluguel, por exemplo, e estruturas prontas. Além disso, os coworkings oferecem o modelo Built to Suit, podendo estruturar o espaço de forma personalizada de acordo com a demanda do cliente.

5 – Trabalho Híbrido

Com a retomada das atividades presenciais após o período de isolamento social devido à pandemia da Covid-19, o formato híbrido conquistou seu espaço no mercado de trabalho. Com a modalidade, as empresas tiveram a oportunidade de oferecer um espaço físico para que todos os funcionários tenham acesso de forma rotativa, já que alguns começaram a notar perda de produtividade e sentir a necessidade de interação entre os colaboradores. Este novo modelo também possibilita que a equipe tenha contato presencial de forma esporádica, para reuniões de alinhamento semanais, por exemplo.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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