Quando vale a pena pegar um empréstimo para quitar minha dívida?

Empréstimo pode ser uma boa saída desde que não prejudique, ainda mais, as finanças pessoais
Nos últimos anos, fatores como a pandemia da Covid-19 e a alta inflação fizeram com que muitos brasileiros acumulassem um grande volume de dívidas. De acordo com dados da plataforma FinanZero, fintech pioneira no mercado de crédito brasileiro, o número de pedidos de empréstimos financeiros no primeiro semestre alcançou a marca de 8 milhões de solicitações no país, um aumento de 82% em relação ao mesmo período do ano passado.
Com este cenário, é muito comum que todos busquem alternativas adequadas para saírem desta perspectiva e consigam se estabilizar financeiramente, principalmente, por meio dos empréstimos bancários. Mas vale a pena adquirir um empréstimo para amenizar ou quitar outras dívidas? “Infelizmente, vivemos tempos difíceis de altos preços e restrições financeiras. Na minha opinião, adquirir um empréstimo bancário pode sim ser uma boa solução para quitar as dívidas, desde que não prejudique ainda mais as finanças pessoais do brasileiro”, explica Olle Widén, CEO da FinanZero.
O raciocínio é simples: antes de comprar um produto ou contratar um serviço, é muito comum fazer a comparação de preços e optar pelas melhores opções disponíveis. No caso do empréstimo, a comparação também deve ser feita, permitindo assim, encontrar as melhores e mais baixas taxas de juros disponíveis no mercado. Importante ressaltar que os valores podem variar de um banco para outro, podendo variar desde 0,75% até 15% de juros ao mês.
“Ao comparar as ofertas de empréstimo, o indivíduo garante que está adquirindo a melhor opção, dentre as disponíveis para ele. Assim, poderá comparar também com o valor atual de sua dívida e tomar a decisão sobre a contratação ou não do crédito. Com a FinanZero, é possível fazer isso de forma 100% online e gratuita.”, explica Olle. O executivo comenta que, se a pessoa já estiver endividada no cheque especial, por exemplo, conseguir um empréstimo pode ser um bom caminho, já que, com as taxas de juros mais baixas, é possível trocar a dívida, quitando as contas em aberto e pagando apenas o valor das parcelas do empréstimo.
Por fim, um ponto importante a ser considerado, é que a pessoa entre em contato com a instituição financeira e busque a regularização da dívida, por meio de negociações. Assim, existe a possibilidade de diminuir o valor total que está sendo cobrado. “Minha dica final é que cada pessoa analise seus contratos de dívida, faça as contas e compare ofertas de empréstimos. Pedir um empréstimo para quitar dívidas só valerá a pena se os juros cobrados forem menores que a dívida atual, permitindo que as novas condições de pagamento caibam no seu bolso”, conclui Widén.








