Cooperativa Vinícola Garibaldi abre vindima projetando colheita de 28 milhões de quilos

Cooperativa Vinícola Garibaldi abre vindima projetando colheita de 28 milhões de quilos

As cerca de 450 famílias associadas entregarão volume quase 7% superior ao da safra passada

A época mais esperada do ano para a Cooperativa Vinícola Garibaldi terá início no dia 6 de janeiro, quando as quase 450 famílias associadas começam a entregar as primeiras uvas da safra 2023. A nova vindima chega com projeções otimistas.

Diferentemente do período de seca do ano passado, que prejudicou áreas localizadas de cultivo e trouxe quebra de 15% na produção, neste ano as condições climáticas estão mais favoráveis. Por isso, a projeção é de uma colheita de até 28 milhões de quilos, quase 7% a mais do que o recebido no ano passado, quando foram colhidos 26,2 milhões de quilos.

A produção levemente maior vem acompanhada de boas expectativas também para a qualidade do fruto. “A falta de chuvas que era prevista não aconteceu. Então, temos umidade no solo, o que favorece também o bom desenvolvimento da uva”, observa o gerente de Assistência Técnica da vinícola, Evandro Bosa. Ou seja, o ciclo de desenvolvimento da videira, por ora, está perfeito. “Não há excesso de chuvas, e isso influencia diretamente na qualidade. Se continuar assim, com certeza teremos mais uma safra muito boa em termos de quantidade e qualidade”, reforça Bosa.

As projeções otimistas também predominam na avaliação do enólogo da Cooperativa Vinícola Garibaldi, Ricardo Morari. “Até o momento tivemos condições climáticas que permitiram um bom desenvolvimento das uvas. De agora em diante, as previsões indicam poucas chuvas e boa amplitude térmica, o que favorece a maturação das uvas e nos permite colher com os melhores índices de açúcar, acidez e compostos fenólicos. Temos a expectativa de, novamente, colher uma boa safra, que dará origem a vinhos, espumantes e sucos de excelente qualidade”, diz.

Na Cooperativa Vinícola Garibaldi, cerca de 30% das uvas recebidas são viníferas. Com elas, a vinícola processa seus premiados espumantes e elabora os vinhos finos. Entre as principais variedades dessa família que chegam à cooperativa estão Moscato — cuja cepa é utilizada para o mais premiado espumante da marca, o Garibaldi Moscatel -, Prosecco, Trebiano e Chardonnay. Os outros 70% são compostos por uvas americanas, utilizadas majoritariamente para o preparo do suco de uva — todos integrais, feitos com 100% uva e nada mais. A produção de uvas da vinícola advém de associados espalhados em 18 municípios.

 

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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