Copa do Mundo impulsiona vendas e lançamentos da categoria de snacks

Pesquisas indicam que 72% dos brasileiros pretendem consumir produtos da categoria de snacks durante torneio
A Copa do Mundo deve aquecer diversos segmentos da economia brasileira. Segundo o estudo “O Brasileiro e a Copa: Mídia, Influência e Consumo”, conduzido pela Data-Makers, 71% dos brasileiros pretendem consumir mais produtos e serviços durante o mundial. Entre os itens mais procurados, os snacks aparecem como protagonistas: 72% dos consumidores afirmam que pretendem consumir esse tipo de produto durante a Copa, à frente de categorias como doces e chocolates (66%) e carnes (60%).
O comportamento de consumo reforça o papel estratégico do varejo e do trade marketing nesse período. Em Copas anteriores, levantamentos do setor indicaram aumento médio de até 10% nas vendas de itens como salgadinhos e bebidas nas vésperas dos jogos da seleção brasileira, evidenciando a concentração da demanda em produtos diretamente associados à experiência de assistir às partidas.
Esse avanço ocorre dentro de um mercado já aquecido. No Brasil, o setor de snacks movimenta dezenas de bilhões de reais por ano e apresenta crescimento consistente, impulsionado pela mudança nos hábitos de consumo e pelo aumento das ocasiões dentro do lar. Dados da Kantar apontam que mais de 90% dos lares brasileiros consomem algum tipo de snack regularmente, com forte presença em momentos de lazer e socialização.
Tendência dos snacks proteicos
Dentro desse universo, um dos segmentos que mais cresce é o de snacks proteicos. Produtos à base de proteína animal, como torresmo e pururuca, vêm sendo ressignificados e ganhando espaço tanto no varejo quanto em novas ocasiões de consumo. Tradicionalmente associados à cultura alimentar brasileira, esses itens passam a dialogar com tendências contemporâneas, como dietas hiperproteicas e consumo mais consciente de macronutrientes, além de se encaixarem perfeitamente em momentos de compartilhamento, como os jogos da Copa.
É nesse contexto que a Rudolph Snacks, operação brasileira da americana Rudolph Foods Company, se posiciona como uma das protagonistas do avanço da categoria no país. Atuando no modelo B2B, a empresa é especializada em co-packing para grandes indústrias alimentícias, assumindo todo o processo produtivo e viabilizando o crescimento de marcas que desejam entrar ou expandir sua atuação no segmento de produtos proteicos.
“A Copa do Mundo é um momento emblemático de consumo. As pessoas se reúnem mais, compartilham experiências e buscam alimentos práticos, saborosos e que agreguem valor e, no Brasil, o nicho avança rapidamente, impulsionado pela busca por alimentos que conciliam indulgência, praticidade e valor nutricional”, afirma Raphael Guedes Mattos, gerente comercial da Rudolph Snacks no Brasil.
Com presença global em mais de 30 países e uma trajetória de 70 anos, o grupo tem ampliado sua operação no Brasil, acompanhando o amadurecimento do mercado. A unidade de Piraquara (PR), responsável pela fritura e empacotamento, e a estrutura em Chapecó (SC), voltada à desidratação, formam uma base industrial estratégica alinhada à cadeia produtiva da suinocultura, especialmente forte na região Sul.
“Nos últimos anos, nossa operação brasileira acelerou de forma consistente. Entre 2024 e 2025, nosso crescimento foi de 27%, e a projeção para 2026 é avançar mais 23%, resultado direto de investimentos em capacidade produtiva, inovação e eficiência operacional, ainda impulsionado pela ampliação de contratos e pelo desenvolvimento de novos produtos”, completa Mattos.








