Guia gratuito para finanças pessoais ensina como começar a investir no mercado financeiro

O projeto traz conteúdo para apoiar aqueles que já conseguem poupar e prepará-los para começar a investir
O especialista em finanças pessoais, João Victorino, desenvolveu um guia gratuito que busca ajudar as pessoas na conquista da liberdade financeira. Trata-se de uma ferramenta que se adapta de acordo com o momento financeiro de cada pessoa.
Organizar as despesas e ainda ter a capacidade de poupar algum dinheiro todo mês é um sonho de inúmeros brasileiros, mas realidade de poucos no país. Para o especialista, muitos ainda acreditam que é necessário maior entendimento sobre o mercado financeiro.
“Esse fato contribui para que alguns de nós deixem de investir. Mas com um pouco de dedicação, qualquer um pode se tornar um investidor de maneira simples e segura. Ainda que desconheça a totalidade dos termos técnicos mais comuns do setor, qualquer pessoa pode começar a investir, pois essa decisão tem mais a ver com planejamento do que com o conhecimento em finanças”, pontua Victorino.
Ainda segundo ele, tudo aquilo que você sonha ou deseja adquirir deve ser percebido como um investimento, logo necessita de um planejamento prévio, com a definição do objetivo a ser conquistado e de acordo com os períodos: de curto, médio e longo prazo. Para cada intervalo de tempo, defina um objetivo e comece com metas pequenas, de até dois anos, como quitar uma dívida ou realizar uma viagem, até evoluir para um plano de longo prazo como um plano de aposentadoria.
- Defina objetivos/metas a curto, médio e longo prazo: tenha por perto uma lista com os objetivos definidos;
- Estabeleça um plano de como fará para conquistar o objetivo;
- Flexibilidade no planejamento no caso da necessidade de uma mudança de rota;
- Defina qual é o seu foco principal: perguntar onde e como você gostaria de estar nos próximos cinco ou dez anos;
- Descubra qual é o seu perfil de investidor: a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), órgão regulador do mercado de capitais no país, exige que as instituições forneçam um formulário aos clientes. Por meio do seu preenchimento, é possível entender o perfil de cada investidor: conservador, moderado e arrojado;
- Entenda a diferença entre as aplicações: renda fixa: menor risco e maior previsibilidade de retornos ao longo do tempo; e renda variável: maior risco e menor previsibilidade de retornos ao longo do tempo.
“Um ponto digno de nota neste processo passa pela busca de autonomia, onde cada pessoa deve sempre procurar aprender mais sobre o tema para melhorar sua capacidade de decisão”, reforça Victorino.
Por fim, o especialista recomenda manter a atenção aos impostos e às taxas cobradas no mercado financeiro, pois estes são um dos principais custos ao investidor. Os impostos são cobrados pelo governo, e a alíquota varia para cada tipo de investimento e também pelo tempo até o resgate. As taxas, por sua vez (de administração, custódia, corretagem, de carregamento e comissões) são cobradas pelas instituições financeiras privadas, e variam de uma para outra.








