Recuperação de créditos tributários pode empoderar empresas dos mais variados ramos e portes

Recuperação de créditos tributários pode empoderar empresas dos mais variados ramos e portes

Pesquisa aponta que a diminuição de impostos é um dos maiores fatores que podem evitar o fechamento de uma empresa

O equilíbrio nas contas é um fator fundamental para a saúde financeira de um negócio. Neste ponto, a carga tributária pode ser determinante também para sua existência. Uma pesquisa realizada pelo SEBRAE, em 2021, procurou identificar os motivos que poderiam ter evitado o fechamento de empresas. Dos empresários consultados, 21% apontaram a diminuição de impostos, sendo o terceiro motivo mais citado na pesquisa.

Além da carga tributária ser elevada, muitas empresas pagam mais tributos do que o legalmente devido, seja por desconhecimento sobre a complexa legislação tributária ou por erros de cálculo. Outra pesquisa, realizada pelo Impostômetro em parceria com o IBGE, confirmou que cerca de 95% das empresas brasileiras pagam impostos indevidamente ou a mais do que o necessário e, geralmente, os equívocos nos pagamentos se dão principalmente por falta de instrução sobre o assunto.

A boa notícia é que impostos pagos a mais podem ser devolvidos às empresas por meio de uma medida administrativa chamada recuperação de créditos tributários, uma forma integralmente legalizada de reivindicar a devolução de tributos. O processo permite uma revisão apurada dos tributos pagos, localizando incoerências nos pagamentos que permitam a recuperação de créditos.

“Empresas que realizam o procedimento têm a oportunidade de reinvestir os créditos recuperados da maneira que for mais adequada, como aplicar em capital humano, fazer uma reserva financeira, investir em novos equipamentos e maquinários, comprar mais estoque, expandir o empreendimento, entre outras que sejam necessárias”, afirma João Victor Kolitski, CEO da Tributo Justo, uma das maiores empresas de recuperação tributária do país.

Para negócios dos mais variados ramos

Empresas de qualquer porte ou de área de atuação podem realizar a recuperação de créditos tributários. Para auxiliar neste processo, existem empresas especializadas, que desempenham um papel fundamental na identificação correta dos pagamentos de impostos, que podem identificar os valores pagos indevidamente e buscar a restituição ou compensação destas quantias.

“Já recuperamos mais de R$1 bilhão em créditos tributários de mais de 6 mil empresas de todo o Brasil. É uma medida que pode ser em empresas de qualquer segmento, desde que se enquadrem no regime tributário do Lucro Real, Lucro Presumido ou Simples Nacional Anexo IV”, orienta Wellington Pimenta, fundador, CFO e CRO da Tributo Justo.

Uma vez localizados pagamentos de impostos a mais ou indevidos, é possível recuperar o crédito por meio do Pedido Eletrônico de Restituição, Ressarcimento ou Reembolso e Declaração de Compensação (PER/DCOMP). “Este procedimento pode ser feito em empresas dos mais variados ramos de atividade. Entre as principais, posso destacar as de vigilância e segurança privada, de construções, de transporte rodoviário de cargas, comércio de automóveis, supermercados, serviços de engenharia, comércio atacadista de combustíveis, hotéis, comércio de materiais de construção, farmácias, entre outras”, exemplifica. Após a recuperação tributaria, a empresa passa economizar em impostos e pode melhorar seu fluxo de caixa. A medida impacta diretamente na redução de gastos e no aumento da eficiência administrativa e financeira.

Apesar de vantajosa, a recuperação tributária ainda é pouco conhecida pela maioria dos empresários, que acabam não aproveitando benefícios que podem contribuir para empoderar e alavancar seus negócios. “Em geral, boa parte dos empreendedores tendem a confiar que os impostos pagos estão sempre corretos, evitando aprofundar-se nas especificidades tributárias de sua empresa. Essa atitude pode levar ao não aproveitamento de oportunidades de recuperação de valores pagos indevidamente ou a mais em impostos”, observa Michel Carvalho, CGO e CMO da Tributo Justo.

“Este panorama evidencia a problemática que os impostos podem ter na saúde fiscal de uma empresa. Por isso, a recuperação tributária é um grande diferencial para auxiliar no crescimento saudável e ampliar o destaque de negócios em ascensão em um mercado tão competitivo. A Tributo Justo consegue identificar oportunidades de recuperação de créditos em 48 horas, por meio de um software exclusivo. Este é um prazo mais rápido que o habitual. Além disso, oferecemos acompanhamento jurídico durante 5 anos, para propiciar ainda mais segurança”, finaliza.

Crédito da foto: Freepik

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná. Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social. Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos. Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas. Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005). Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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