Com empresas brasileiras retomando o presencial, profissionais optam por vagas remotas nos Estados Unidos

Com empresas brasileiras retomando o presencial, profissionais optam por vagas remotas nos Estados Unidos
Teymour H. Farman-Farmaian, CEO da Higlobe.

Trabalhar no exterior tem sido opção de brasileiros que preferem home office

A longevidade do trabalho remoto no mercado brasileiro tem sido questionada por profissionais e organizações nos últimos meses. Colaboradores têm tido preferência pelo trabalho híbrido (75%), segundo pesquisa realizada pela empresa de recrutamento PageGroup. Porém, muitas companhias têm demandado que os profissionais estejam fisicamente presentes no escritório diariamente, conforme afirmaram 53% dos entrevistados no levantamento realizado no início do ano pela PwC. Nesse cenário de incertezas e embate entre as modalidades, aqueles que preferem o home office de forma total encontraram, em empresas gringas, a opção de trabalhar de forma remota.

O número de brasileiros contratados por empresas estrangeiras praticamente dobrou de junho do ano passado para este ano, de acordo com a Deel, empresa de recrutamento internacional. O mesmo levantamento mostra que os Estados Unidos é o país que mais contrata brasileiros (67%).

“No Brasil, algumas empresas estão pouco a pouco voltando para o presencial, mas nós acreditamos firmemente que o trabalho home office não vai acabar tão cedo. Esta modalidade proporciona diversas flexibilidades perante uma rotina tão agitada e que demanda produtividade. Com a possibilidade da opção remota e de ganhar o salário em moeda estrangeira, profissionais brasileiros têm encontrado em empresas americanas uma oportunidade fenomenal”, comenta Teymour H. Farman-Farmaian, CEO e co-founder da Higlobe, fintech de solução de pagamentos para freelancers e contratados brasileiros que trabalham remotamente para empresas nos EUA.

Segundo o executivo, a força de trabalho brasileira é uma das mais procuradas por empresas dos Estados Unidos, pois entrega uma excelência em expertise e inovação. A procura de empresas americanas por profissionais brasileiros tem aumentado, mas o desejo dos profissionais brasileiros de trabalharem para o exterior também.

“É uma via de mão dupla que tem feito essas oportunidades se potencializarem e surgirem. Foi exatamente por esses fatores, que fazem dos EUA um ótimo país para contratar e dos profissionais brasileiros uma força de trabalho espetacular, que trouxemos a Higlobe até o Brasil”, comenta Teymour.

Uma das principais vantagens de trabalhar remotamente para empresas dos EUA é a de receber seus pagamentos em dólar de forma simples, segura e rápida por meio de soluções que não cobram taxas de transferências. A Higlobe oferece essa realidade ao profissional, permitindo que ele escolha o melhor momento para fazer suas retiradas para a conta local, seja via Pix ou TED, e oferecendo o menor custo do mercado para transferências dos EUA.

Além de receber em uma moeda estrangeira, os benefícios que os profissionais encontram ao trabalhar para companhias americanas são se aproximar da cultura de outro país, estreitar laços com pessoas estrangeiras, aprimorar seu inglês e agregar experiências globais ao seu portfólio e currículo. O próprio fato de a prestação de serviços ser remota traz menos gastos na locomoção até o trabalho e possibilita ganhar tempo para se dedicar a outros afazeres.

A área de TI é a que mais tem se beneficiado em relação à exportação de talentos brasileiros. “Isso porque o setor requer profissionais com capacidades inventivas, analíticas, habilidades interpessoais e técnicas aprimoradas, além de pessoas que consigam se adaptar a novas rotinas e circunstâncias fora da sua zona de conforto. Essas e tantas outras qualidades o mercado brasileiro tem de sobra”, complementa o CEO da Higlobe.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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