Grupo Casas Bahia avança na transformação estrutural com forte geração de caixa e foco em rentabilidade

Mantendo a disciplina operacional, Companhia consolida o 1º trimestre com saúde financeira e geração de R$ 851 milhões em caixa
Após encerrar um ano histórico em 2025, o Grupo Casas Bahia inicia o primeiro trimestre de 2026 reafirmando a consistência do seu Plano de Transformação, fruto de uma estrutura marcada por maior eficiência operacional, fortalecimento do balanço e foco crescente em rentabilidade e geração consistente de caixa. No primeiro trimestre, a Companhia registrou GMV total de R$ 11,2 bilhões, crescimento de 5% em relação ao mesmo período do ano anterior, impulsionado principalmente pela evolução do canal digital e pelo ganho de market share nas categorias core.
Com geração de R$ 851 milhões em fluxo de caixa livre no trimestre – uma evolução de R$ 1,2 bilhão em relação ao 1T25 – e acumulado de R$ 2,7 bilhões nos últimos seis meses, o Grupo Casas Bahia também avançou na transformação de sua estrutura financeira. A Companhia reduziu sua dívida líquida em R$ 2,7 bilhões na comparação anual, encerrando o período com alavancagem de 0,5x Dívida Líquida sobre EBITDA, patamar que reforça a solidez do balanço, a disciplina de execução e a maior flexibilidade para capturar valor e expandir rentabilidade nos próximos trimestres.
“Iniciamos o ano com uma Companhia mais resiliente e eficiente. Os resultados do 1T26 refletem um negócio com fundamentos mais sólidos, uma operação mais leve, com balanço equacionado e foco absoluto em rentabilidade e geração de valor”, afirma Renato Franklin, CEO do Grupo Casas Bahia.
Categorias core, avanço do online e disciplina financeira reforçam nova fase de crescimento
Como parte do Plano de Transformação do Grupo Casas Bahia, a estratégia de priorizar categorias core (como linha branca e TVs) aliada aos ganhos de eficiência logística e comercial, sustentou um ganho de 1,2 p.p. de market share no online no 1T26. O canal digital cresceu 14,6%, com performance excepcional do estoque próprio (1P), que avançou 27,4%.
Nas lojas físicas, a Companhia manteve disciplina operacional e foco na rentabilidade mesmo diante da queda de 1,6% no volume de vendas, impactada pela forte base de comparação e pelo cenário macroeconômico. O canal segue como um pilar estratégico da operação omnicanal, com papel relevante na experiência do cliente e na oferta de serviços financeiros.
O crediário também teve uma evolução consistente, com foco na qualidade da carteira e eficiência na concessão de crédito, em meio ao ambiente de inadimplência do mercado. A carteira encerrou o trimestre em R$ 6,3 bilhões (+3% vs. 1T25), com indicadores de inadimplência sob controle. “Nosso modelo de crédito segue como um diferencial competitivo importante, tanto na conversão de vendas quanto na rentabilidade”, pontua Elcio Ito, CFO da Casas Bahia.
Com liquidez total de R$ 3,2 bilhões, o Grupo Casas Bahia encerrou o primeiro trimestre em uma estrutura de capital mais equilibrada e menor risco financeiro, fortalecendo sua capacidade de capturar valor por meio da redução estrutural das despesas financeiras e da expansão de frentes de maior retorno. A queda da dívida líquida, R$ 2,7 bilhões na comparação anual, reflete a evolução consistente do balanço e uma maior flexibilidade para alocação de recursos.
“Ao longo de 2026, a Companhia seguirá focada na disciplina de execução, na redução do custo da dívida, na otimização do capital de giro e na evolução consistente da geração de caixa e das margens”, complementa o CFO Elcio Ito.








