TikTok adiciona até R$ 37,3 bilhões ao PIB brasileiro

TikTok adiciona até R$ 37,3 bilhões ao PIB brasileiro

Novo relatório aponta a criação de até 447 mil empregos e destaca o papel da plataforma na expansão do empreendedorismo digital

O primeiro Relatório de Impacto Econômico do TikTok no Brasil, desenvolvido em parceria com a LCA Consultoria Econômica, estima que a plataforma adicionou entre R$ 18,6 e R$ 37,3 bilhões ao Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil em 2025, considerando apenas os investimentos em publicidade (TikTok Ads)¹. O estudo também avalia que o TikTok apoiou a criação de 223 mil a 447 mil empregos no período, incluindo efeitos diretos, indiretos e induzidos.

Entre as principais descobertas, mais da metade das pequenas e médias empresas pesquisadas afirmou ter expandido suas operações ao alcançar novos públicos de forma orgânica, enquanto mais de dois terços utilizam a plataforma como fonte de aprendizado empreendedor.

De acordo com o relatório, 68% dos empreendedores dependem exclusivamente do alcance orgânico, sem investir em publicidade. O sistema de recomendação baseado em interesses do TikTok, em vez de um baseado apenas em conexões sociais, permite que o conteúdo ganhe escala além das redes existentes, com 51% dos empreendedores relatando crescimento de seguidores por meio do alcance não pago. Além disso, 52% afirmam que a plataforma os ajuda a acessar novos mercados.

“Quando pequenas empresas ganham acesso a ferramentas digitais, conhecimento e comunidades engajadas, o impacto vai além das transações. A descoberta mostra o TikTok como um motor da economia do Brasil, onde a criatividade e a descoberta se traduzem em crescimento real”, comenta Monica Guise, diretora de Políticas Públicas do TikTok no Brasil. “

À medida que as PMEs desempenham um papel cada vez mais central na economia digital, aumentando sua participação no e-commerce de 4% em 2016 para 30% em 2024, o TikTok surge como uma ferramenta que democratiza o empreendedorismo digital.

 Maior inclusão econômica

A estrutura do TikTok voltada prioritariamente para dispositivos móveis (mobile-first) também apoia uma maior inclusão econômica, permitindo que os usuários gerenciem um negócio de ponta a ponta usando apenas um smartphone, o principal dispositivo de acesso à internet para 87% da população de baixa renda do Brasil.

A jornada de compra também está evoluindo: cerca de 58% dos usuários relatam ter concluído compras diretamente no TikTok Shop após descobrir um produto no TikTok. O relatório também indica que a descoberta de produtos na plataforma impulsiona vendas fora dela, incluindo o contato direto com vendedores e visitas a lojas físicas.

TikTok como fonte de educação empreendedora

O relatório mostra que o TikTok se tornou uma fonte relevante de conhecimento para empreendedores:

  • 69% utilizam o TikTok como fonte de conteúdo relacionado a negócios;
  • 62% acompanham tendências;
  • 57% desenvolvem habilidades de marketing digital.

O consumo de conteúdo educacional relacionado ao empreendedorismo na plataforma foi estimado entre 2,5 milhões e 6,4 milhões de horas em 2025, gerando um ganho potencial de produtividade para a economia entre R$ 21 e R$ 52 milhões anualmente.

Impacto se estende por toda a economia

A atividade econômica gerada por meio do TikTok se estende por múltiplos setores, incluindo logística, varejo e serviços, ao mesmo tempo em que estimula o consumo por meio da renda gerada por empreendedores e pequenas empresas.

O relatório também estima impactos na arrecadação de impostos entre R$ 2,5 e R$ 4,9 bilhões.

Regionalmente, o estudo destaca um crescimento mais descentralizado, particularmente no Nordeste do Brasil, onde o e-commerce cresceu 413% entre 2016 e 2024. Nesse contexto, o TikTok ajuda a reduzir as barreiras de acesso ao mercado nacional e acelera a transição de iniciativas locais para negócios sustentáveis.

“O impacto do TikTok no Brasil vai além do ambiente digital. Ele se traduz em oportunidades concretas para que pequenas e médias empresas expandam seu alcance, fortaleçam capacidades e transformem conteúdo em resultados econômicos. Isso mostra como as plataformas digitais podem impulsionar a inclusão e o desenvolvimento”, completou Monica.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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