Crescimento no consumo de refeições prontas anima empreendedores a investir no fornecimento de marmitas

O consumo de refeições prontas já se tornou um hábito diário na vida de milhões de brasileiros. E a própria inserção da mulher no mercado de trabalho acabou impulsionando o segmento.  As marmitas além de atenderem as pessoas que não possuem tempo para se deslocar e almoçar em um restaurante convencional têm também como atrativo o baixo preço. Isso é possível porque o prato já vem montado, com uma quantidade padrão de alimentos. Neste tipo de negócio, o empreendedor também não precisa se preocupar em oferecer um ambiente com mesas, cadeiras e garçons. Mas, apesar do baixo preço das marmitas, os clientes exigem boa qualidade nos ingredientes e um eficiente serviço de entrega.

A atividade vai exigir do empreendedor um bom conhecimento do ramo e disposição para variar o cardápio. Já a negociação com fornecedores e o gerenciamento da equipe também são necessários para o desenvolvimento do negócio. Os números do setor de alimentação fora do lar estão entre os principais motivos que animam novos empreendedores a se lançar neste mercado.  Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos, o mercado de alimentação fora do lar, tem crescido a taxas médias de 12% ao ano, contra  4% do setor alimentício como um todo. Só para se ter uma idéia, o setor de refeições coletivas movimenta a cifra astronômica de R$ 12,5 bilhões por ano e gera 180 mil empregos diretos.

Já a  localização da empresa é fundamental para o planejamento logístico do negócio. O ponto deve ter um rápido acesso a regiões de alta densidade de trabalhadores. O empreendedor também pode contar com o serviço de entrega de marmitas. Neste caso, o local deve ter espaço para o estacionamento de motoboys.

Quanto ao investimento, de acordo com cálculos do Sebrae, os gastos irão variar de acordo com o porte do empreendimento. Considerando uma empresa instalada numa área de 60 m², será necessário um investimento inicial de R$ 65 mil, já incluindo aí uma parte para estoque e capital de giro.

Por último, uma boa opção para quem está abrindo o negócio é alugar os equipamentos de cozinha, ao invés de comprá-los. O aluguel reduz em até dez vezes o investimento inicial e permite ao empreendedor testar a receptividade do mercado consumidor.

Soma

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