Pesquisa da Telefónica revela que geração do milênio brasileira está confiante no futuro do país e preocupada com mudanças climáticas
A maioria das pessoas com idade entre 18 e 30 anos atualmente – a chamada geração do milênio (“millennials”) – é grande entusiasta de tudo o que a tecnologia tem a oferecer. No Brasil, 92% deles acreditam que a tecnologia facilita a transposição de barreiras de linguagem, em comparação a 87% em todo o mundo. Oitenta e cinco por cento creem que a tecnologia tornou mais fácil encontrar um emprego, comparado a 83% em nível global. Outros 71% entendem que “a tecnologia cria oportunidades para todos”, se comparado aos 69% mundialmente. A nova pesquisa da Telefónica com o Financial Times junto a mais de 12 mil pessoas da geração do milênio em 27 países do mundo, incluindo 1.028 brasileiros, mostra também que o interesse desta geração ultrapassa a tecnologia e estende-se à economia, desigualdade social, educação e liberdade pessoal.
A geração do milênio brasileira também acredita ser mais antenada com tecnologia do que seus pares globais. Mais de um quarto (26%) acredita fortemente estar na vanguarda da tecnologia ante 19% mundialmente. A maioria (91%) descreve seu conhecimento pessoal e familiaridade com tecnologia como bom ou excelente, comparado a 79% no resto do mundo.
Estas ideias estão entre os principais resultados anunciados hoje na conferência FT-Telefónica Millennials Summit: The Interactive Generation, em São Paulo – a segunda parte de uma série global de eventos organizados pelo Financial Times e Telefónica, em continuidade ao debate global sobre o impacto da geração do milênio na sociedade.
A pesquisa global da Telefónica é o maior e mais abrangente estudo com a geração do milênio, que compreende adultos com idades entre 18 e 30 anos. A nova pesquisa mostra que a geração do milênio brasileira – também conhecida como geração Y – está muito confiante sobre seu potencial para fazer a diferença, mais do que muitos de seus parceiros globais. A maioria (80%) acredita poder fazer diferença em suas comunidades, em comparação a 62% no resto do mundo. 58% acreditam poder fazer a diferença globalmente, ante 40% mundialmente.
Mais da metade (54%) afirma que a melhoria do acesso e da qualidade da educação são as maneiras mais importantes de se fazer a diferença no mundo, seguido por proteção ao meio ambiente (45%) e eliminação da pobreza (43%).
A geração do milênio brasileira também valoriza o empreendedorismo, sendo que quase metade (47%) estima que ser um empreendedor é muito importante. Quase um quarto (24%) acredita ter oportunidades de tornar-se empreendedor ou desenvolver e trazer uma ideia ao mercado (contra 19% mundialmente).
Para o presidente executivo da Telefónica, Cesar Alierta, “a pesquisa oferece a primeira análise realmente exaustiva da geração do milênio, que tem demonstrado ser realista no que se refere à superação de diversos objetivos relativos à economia e ao desenvolvimento profissional, ao mesmo tempo em que mantém uma grande confiança em sua capacidade de êxito. A pesquisa revela novos detalhes sobre quais problemas sociais influenciam esta geração. Isto nos ajudará não só a avaliar nosso compromisso com os clientes, como também a identificar soluções eficazes que reforcem a sociedade em seu conjunto, incluindo o fomento ao espírito empreendedor, o apoio à formação básica digital e à reafirmação de nosso compromisso com a educação e as atividades sustentáveis.”


