Ao completar 30 anos, Daju quer abrir mais uma loja e um novo centro de distribuição
Há 30 anos no mercado, a Daju, loja curitibana especializada em produtos de cama, mesa, e banho, só têm motivos para comemorar estas três décadas. “Hoje nossa expectativa de faturamento até o fim do ano é de 60% a 70% maior em relação ao ano passado. Estamos sempre procurando melhorar”, avalia a gerente de marketing da Daju, Juliane Karsten Lorenz. Para continuar crescendo, a Daju pretende até 2015 abrir mais uma loja e um centro de distribuição. Hoje são duas unidades. Além disso, pretende contratar mais funcionários e dobrar o faturamento. “Nossas medidas estratégicas já surtiram excelentes resultados, crescemos 60% em relação ao último ano. Mas não podemos parar por aqui”, projeta Juliane.
Em 2007, a rede resolveu que era o momento de ampliar os negócios para aproximar mais o público e posicionar a marca local frente à concorrência. “Queríamos aumentar o volume para atender mais. Não tínhamos ideia de como fazer isso, mas definir estratégias e investir em capacitação foi fundamental para chegar até aqui”, pondera Juliane.
Entre as estratégias mais importantes adotadas está a importação direta. “Nossa equipe viaja anualmente para diversos países para acompanhar e selecionar as peças que serão importadas. Hoje, devido a alta concorrência no setor e com o objetivo de conseguirmos sempre o menor preço com boa qualidade, optamos em buscar alguns artigos de alto giro nas importações”, explica Juliane.
Pelo fato de ser um negócio familiar dois pontos também fizeram a diferença na administração do negócio: confiança e união. “Desde cedo trabalhei junto com meus pais, em família sempre tivemos muita união, que foi fundamental para enfrentarmos os momentos mais difíceis”, relata.
Fundada em 1983, por Suely Karsten Lorenz e Robert Lorenz, a loja já está traçando o plano sucessório. Atualmente três dos quatro filhos estão diretamente ligados à empresa. Danielle, Juliane e Roger sabem dos desafios que terão que enfrentar para completar os próximos 30. As decisões que mantiveram a empresa por todos esses anos sempre foram reflexos do perfil empreendedor que motivou a abertura do negócio. “Meu pai sempre conta que um dos momentos mais difíceis foi quando chegamos quase a fechar as portas”, conta Juliane. Não conformado com a situação, Robert tomou uma decisão radical: aproveitou a época de final de ano e comprou mais mercadorias para colocar à venda, negociando com os fornecedores o pagamento da mercadoria só em janeiro e fevereiro do outro ano. “Isso só foi possível porque sempre pagamos tudo em dia e tínhamos crédito no mercado. É nos momentos difíceis que temos que ir além e melhorar ainda mais”, reflete Juliane.








