Aliança Renault-Nissan registrou recorde de sinergias em 2013

RenaultNissanAllianceA Aliança Renault-Nissan registrou sinergias recorde em 2013, com um montante de 2,87 bilhões de euros contra 2,69 bilhões de euros em 2012. Com a Aliança se preparando para lançar seus primeiros veículos baseados na arquitetura compartilhada CMF, as principais fontes de sinergias geradas na Aliança estão concentradas em compras, mecânica e engenharia.

Em 2013, sinergias da ordem de 1.036 bilhão de euros foram geradas conjuntamente pela Renault-Nissan Purchasing Organization (Organização de Compras Renault-Nissan – RNPO). A engenharia de veículos, que diz respeito principalmente às plataformas e componentes comuns, contribuiu com 714 milhões de euros. Já os desenvolvimentos conjuntos e compartilhamento de sistemas mecânicos contribuíram com 525 milhões de euros.

As sinergias representam reduções de custos, gastos evitados e ganhos adicionais. A cada ano são consideradas apenas as novas sinergias e não o conjunto de sinergias geradas desde o início da colaboração. Com isso, Renault e Nissan têm condições de alcançar seus objetivos de performance e garantir a melhor relação qualidade/preço possível para seus clientes.

A arquitetura modular CMF (Common Module Family) implementada na Aliança é uma fonte de sinergias em constante progressão. A CMF permite que Renault e Nissan produzam uma ampla gama de veículos com peças e componentes comuns, ao mesmo tempo em que garantem um maior leque de opções aos clientes. A CMF se decompõe em três segmentos: CMF-A para veículos compactos, CMF-B para veículos intermediários e CMF-C/D para veículos maiores.

Em 2013 a Nissan comercializou seus primeiros veículos baseados na plataforma CMF C/D: o Rogue nos EUA em novembro e o X-Trail no Japão em dezembro. O Qashqai foi lançado no mercado europeu em fevereiro de 2014.

Na Renault, o primeiro modelo da plataforma CMF C/D será o sucessor do Espace, que será comercializado em 2015.

Em 2013, a Aliança a também iniciou o desenvolvimento dos primeiros veículos baseados na plataforma CMF-A, cuja produção iniciará em 2015 na fábrica da Renault-Nissan de Chennai, na Índia.
“O desenvolvimento dos veículos CMF se traduz em um aumento de sinergias em todos os setores da nossa atividade, como compras, engenharia ou mecânica”, explica Christian Mardrus, Diretor da Renault-Nissan BV e Diretor Delegado na Presidência da Aliança. “No futuro, a arquitetura CMF deve confirmar seu papel de força motriz em matéria de sinergias, já que responderá por 70% de nossos veículos até 2020.”

A Aliança também realiza sinergias em mercados emergentes nas fábricas comuns Renault e Nissan. No ano passado, a Renault começou a vender o Duster no Reino Unido e na África do Sul. A versão com direção à direita é fabricada na Índia, na fábrica de Oragadam, próximo a Chennai. Com uma capacidade de produção de 400.000 veículos por ano, a produção da fábrica é compartilhada entre veículos Renault e Nissan.

Em 2013, a Nissan iniciou a comercialização do Almera, um sedan fabricado em Togliatti, na Rússia, em um complexo industrial compartilhado em parceria entre Renault e AVTOVAZ, a montadora número um do mercado russo.

A Aliança também se beneficia de sinergias realizadas em outras áreas, como vendas e marketing. Em 2013, ela assinou dois grandes contratos de renovação da frota, com o gigante da indústria farmacêutica Merck e o grupo Atos, especialista mundial de serviços no setor de informática. “Graças à nossa parceria, temos condições de oferecer aos nossos clientes uma ampla gama de veículos em todo o mundo, desde Dacia até Infiniti”, destaca Christian Mardrus.

A criação de diretorias comuns Renault e Nissan em 1º de abril de 2014 para quatro áreas-chave – Engenharia, a Fabricação e Logística, Compras e RH – deve permitir que a Aliança obtenha pelo menos 4,3 bilhões de sinergias até 2016, contra 1,5 bilhão de euros em 2009, data na qual a Aliança começou a registrar sinergias mais significativas.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *