Palestra esclarece principais desafios na adoção de uma gestão transparente
Se sua organização ainda não adotou os princípios da governança corporativa, o mercado competitivo vai se encarregar disso. Segundo especialistas, a área de finanças é um dos pilares que dão sustentação à governança corporativa e dali partem todas as estratégias para atingir os objetivos do negócio. De acordo com Haroldo Mota, professor da Fundação Dom Cabral, muitas organizações ainda resistem em adotar a governança corporativa como espinha dorsal da empresa. Esse é um dos assuntos que serão abordados pelo especialista durante palestra organizada pelo IBEF PR (Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças). O evento acontece no dia 29 de julho, no espaço Encontro da Amazônia.
Para Mota, o termo governança corporativa é aparentemente pomposo, mas quer dizer gestão transparente do capital da empresa para garantir a lucratividade. “Tudo é planejamento e a empresa tem que saber o que quer e os objetivos a alcançar”, ressalta. Mas, para isso se tornar realidade, é preciso implantar controles e metas, o que se reflete diretamente na distribuição do lucro.
Apesar de a empresa servir para remunerar seus acionistas, ela precisa ser encarada como sócia, reservando parte dos ganhos para reinvestimento ou novas aquisições. “É nesse ponto que a governança emperra. “As regras colocadas valem para todos, inclusive para os donos”, argumenta. Caso contrário, o processo falha em sua essência, que é a transparência na gestão”, conclui ele.








