Visão estratégica é essencial para tomar decisões

Eduardo Valério, diretor-presidente da JValério
Eduardo Valério, diretor-presidente da JValério

Quem ocupa um cargo de liderança (de qualquer natureza) sabe da pressão para tomada de decisões estratégicas diariamente. E são decisões de toda natureza, das mais fáceis até a extremamente complicadas, e que impactam diretamente equipes de trabalho, vendas importantes e aquisições fundamentais para o crescimento da empresa. Para não perder o “prumo” na hora de resolver todas as questões cotidianas, a visão estratégica da empresa precisa estar constantemente na cabeça destes lideres. Eduardo Valério, diretor-presidente da JValério, empresa associada à Fundação Dom Cabral,  afirma que, em linhas gerais, todos os cargos de uma organização demandam tomadas de decisão diariamente.

“Para as funções estratégicas e cargos de liderança, um componente de grande relevância é a capacidade deste líder inspirar os outros, sejam subordinados, pares, superiores ou quem quer que seja. Tem muito a ver com o propósito estratégico, tanto empresarial quanto pessoal.”

Acontece que vez ou outra os processos se complicam e o que parece simples acaba se transformando em um grande problema. Eduardo Valério explica que para manter o foco em situações emergenciais, muitas vezes nem é preciso quebrar muito a cabeça. “Costumo dizer que os problemas complexos têm soluções simples. Quando a resolução de um determinado problema não está clara, certamente é porque não estão sendo feitas as perguntas certas”,  alerta.

Com a visão estratégica, as decisões seguem um fluxo mais seguro. Quando há uma decisão equivocada, sempre é possível voltar e mudar o rumo. Porém, se há muitas mudanças de decisões (mudanças no sentido de tomar uma má decisão e voltar atrás), isso não significa que a empresa perdeu o foco estratégico.

Eduardo Valério explica que todos esses fatores residem na consistência da implementação das ações definidas como “solucionadoras” como de maior ou menor eficácia. “Na maioria das vezes, os dirigentes não estabelecem de forma correta quais serão os medidores da eficácia para a solução de um determinado problema. Há uma frequência muito elevada de tentativas e erros e, consequentemente, de mudanças abruptas de rumo”, conclui.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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