Dólar alto exige adequação do comércio importador

José Antonio
José Antonio Martimiano, diretor da Platinox.

A constante alta do dólar está mudando alguns hábitos de consumo. Viajar ao exterior para compras já não é tão interessante, como era no passado. Com a moeda americana ultrapassando os R$ 3,50, muitos produtos estão com valores similares, e em alguns casos, até menores do que no exterior. Neste cenário, há também o empenho do mercado em reagir ao momento. Empresas que tiveram negociação antecipada por parte dos importadores, que adquiriram estoques maiores, assim como os que possuem negociação contínua com fornecedores internacionais, garantindo melhores condições, estão comemorando o momento.

É o caso da Platinox, empresa curitibana de utensílios para cozinha residencial, profissional, gourmet e comercial. “A alta do dólar não prejudicou o cliente padrão, pois, como temos relacionamento sólido com os fornecedores, não precisamos repassar a elevação da moeda em nossos produtos. Além disso, atraímos um novo público, acostumado a importar itens de gastronomia e que agora, torna-se mais vantajoso adquirir em nossa loja”, explica do diretor José Antonio Martimiano.

Segundo ele, o cliente ainda tem a oportunidade de conhecer itens nacionais com qualidade equivalente aos importados. “Temos uma indústria nacional muito forte no segmento. Panelas de ferro, com acabamentos em esmalte e cerâmica de uma marca nacional saem pela metade do preço da marca mais famosa internacionalmente”, explica.

Martimiano explica que o momento exige um pouco mais do gestor, mas que é possível atravessá-lo de maneira otimista. “Temos que estar atentos às mudanças econômicas para nos adaptar da melhor forma possível, garantindo um atendimento eficiente ao cliente. Dessa forma, evitamos a estagnação do segmento, projetando, ainda, um crescimento moderado, mas sólido”, ensina o gestor. Segundo ele, o objetivo é sempre a melhor negociação. “Nosso trabalho é focado no consumidor. Assim, avaliamos a melhor maneira de oferecer qualidade, sem perder a competitividade de mercado”, diz.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 52 anos na área de jornalismo, sendo 50 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Há 25 anos é professora titular do curso de Jornalismo da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 19 anos de blog, mais de 50 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 21 prêmios, com destaque para Embrapa Floresta (Menção Honrosa em 2025); VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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