Lojas de tintas, um negócio atrelado à construção civil

loja de tintasO Brasil é um dos cinco maiores mercados mundiais para tintas, atrás apenas dos Estados Unidos, China, Alemanha e Japão.  Segundo dados da Associação Brasileira dos Fabricantes de Tintas, estão espalhados por todo o País centenas de indústrias de grande, médio e pequeno porte, sendo que os dez maiores fabricantes respondem por 75% do total das vendas.

A venda de tintas tanto no mercado atacadista quanto varejista está atrelada ao desempenho da construção civil, mas o que se vê hoje é que as pessoas tendem a investir cada vez mais em suas residências e nos seus pontos comerciais, mantendo-os sempre com pintura nova. Pesquisas da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção, apontam que o item reforma residencial encontra-se em destaque em termos de perspectivas de consumo, ocupando os primeiros lugares nos anseios dos consumidores, com foco para pintura residencial.

Entre as classes mais baixas, escolher uma nuance entre uma escala de cores múltipla e quase indistinta é sinônimo de status. Já para o público de renda mais alta, as cores compõem a decoração e as últimas novidades do mercado, embelezando e tirando o ambiente do lugar comum. Tudo isso ajuda a movimentar as lojas de tintas.

Já a localização da loja é importante para a venda direta no mercado varejista. Como esse é um público significativo, é interessante que o empreendedor escolha espaços em áreas comerciais que ofereçam produtos relacionados a construções e reformas, ou um centro comercial em que o poder aquisitivo de seu público principal se enquadre com a loja que se pretende montar.

Os demais tipos de clientes, como construtoras e empresas de paisagismo, compram por telefone. Entretanto, um local de fácil acesso é indicado, pois muitas vezes o cliente quer ver o produto. Também é conveniente para a instalação de uma loja de tintas que a sua fachada seja esteticamente agradável. Uma loja colorida, com boa visibilidade terá, certamente, maior chance de ser apreciada pelos clientes. Outro cuidado é que o imóvel tenha estacionamento para clientes.

Quanto ao investimento, os consultores do Sebrae calculam que para uma loja de 200 metros quadrados, em imóvel alugado, com faturamento mensal de R$ 50 mil são necessários recursos de R$ 133 mil. Já para uma loja um pouco maior, com um faturamento mensal de R$ 70 mil, o investimento mínimo será de R$ 220 mil.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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