Mercado de etiquetas e rótulos é amplo e demanda baixo investimento para os empreendedores

Mercado de etiquetas é bastante concorrido.
Mercado de etiquetas é bastante concorrido.

O mercado de etiquetas e rótulos é bastante amplo e na contramão de muitos setores gráficos, tem apresentado crescimento consistente nos últimos anos. Este tipo de negócio tem como função a fabricação de etiquetas de materiais variados como: tecido, nylon, plástico, papel gomado, adesivos, com inscrição ou impressão apropriada, coladas sobre mercadorias, para indicar conteúdo, procedência, uso, data de validade, marca, forma de conservação, e demais informações previstas em lei. Os principais clientes são as indústrias alimentícias e de bebidas, de confecções, farmacêutica, química e de eletrodomésticos e eletrônicos.

Apesar da fabricação de etiquetas mostrar-se um empreendimento rentável e com excelente mercado consumidor, é importante assinalar que existem muitas empresas que já atuam nesse segmento utilizando tecnologias avançadas e com mão-de-obra bastante capacitada. Nessa perspectiva, o empreendedor que quer investir em uma fábrica de etiquetas deve estar antenado com as tendências do mercado em termos de design e equipamentos, oferecendo produtos diferenciados e de qualidade superior. Também é interessante acompanhar de perto o que os concorrentes estão oferecendo e os seus canais de distribuição.

Quanto à escolha do local e do espaço físico necessário para instalar o negócio, esta é uma decisão muito importante para o sucesso do empreendimento. O local deve oferecer infraestrutura adequada e condições que propiciem o desenvolvimento do negócio. É fundamental também avaliar a facilidade de acesso a partir do perfil da clientela e buscar uma localização em ruas de alto tráfego para chamar a atenção de diversos clientes. É importante ainda que o local ofereça estacionamento para os clientes.

Já o investimento inicial irá variar de acordo com a estrutura do empreendimento e do tipo de produto fabricado. Para uma empresa de pequeno porte, instalada em imóvel alugado, os consultores do Sebrae estimam que R$ 55 mil são suficientes. Mas, vale destacar, que esses valores irão variar conforme a região que a empresa irá se instalar, da necessidade de reforma do imóvel e do tipo de mobiliário escolhido.

Por último, a melhor dica para o empreendedor que pretende investir no mercado de etiquetas é diversificar e ser criativo. Para isso é preciso que o empresário faça cursos, invista em treinamento de mão-de-obra e busque sempre estar atualizado com as tendências do mercado nacional e internacional.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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