Tip Top inova e passa a oferecer operação inédita no mercado têxtil

Quiosque é o novo formato de negócio da Tip Top.
Quiosque é o novo formato de negócio da Tip Top.

Consolidada há 64 anos no varejo por meio de suas lojas tradicionais, mega stores e multimarcas, a Tip Top acaba de dar mais um passo importante na história da marca e acaba de abrir uma operação inédita no segmento têxtil: uma unidade da rede no formato quiosque, no Butantã Shopping, localizado na capital paulista.

Com uma estrutura completamente diferente dos modelos atuais, o quiosque chega como mais uma opção para o investidor, porém com uma operação mais compacta, mix de produtos reduzido, foco na linha praia e vestuário para bebês. “É uma estratégia alinhada com toda a equipe, já que também possuem localização privilegiada e de alta movimentação de pessoas. Os corredores dos shoppings passam a ideia de compra rápida e não intimidam o cliente a se aproximar dos produtos, já que estão em seu trajeto, de passagem”, diz Ricardo Marcondes, gerente de expansão da Tip Top.

O novo projeto vai acompanhar o ritmo de expansão da marca por meio de franquias. “A ideia de criar um quiosque de roupas infantis vinha sendo amadurecido há algum tempo. Fizemos alguns rigorosos estudos e asseguramos a implementação de um modelo que ainda não existe no Brasil. Temos um vasto território para expansão deste modelo em mercados menores em que a loja tradicional e a mega store não eram viáveis. Após a operação deste piloto, estimamos a abertura de cinco quiosques pelo Brasil no primeiro semestre de 2017”,comenta Marcondes.

A proposta da marca é oferecer para os candidatos a franqueados a possibilidade de investimento em regiões com cerca de 80 mil habitantes. O investimento inicial será de R$ 150 mil reais considerando mobiliário, montagem, fretes, produtos e capital de giro.

A Tip Top está sempre de olho nas oportunidades e acompanha o mercado que continua aquecido. Segundo a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT) o faturamento do setor será 4,9% maior do que o ano passado, um total de R$ 127 bilhões. Neste cenário, o segmento de vestuário infantil tem grande potencial, com crescimento em média de 6% anualmente.

Para Marcondes, o acesso a tecnologia e evolução das crianças, fizeram com que se tornassem mais opinativas e por dentro da moda. Escolhem as roupas que querem ter e usar, fazendo questão de participar das compras, o que auxiliou o engajamento do setor que estão inseridos.

Outra vantagem destacada para quem deseja investir no ramo de vestuário infantil é a demanda que este público gera pela fase de crescimento das crianças. As compras se tornam frequentes, desde peças para bebês, calçados, entre outros. A marca acompanha o desenvolvimento e atende de uma forma que agrada a todos. O fato da Tip Top atuar também como indústria permite mais agilidade nos processos de produção e, assim, facilita o gerenciamento do canal de vendas. Por essa razão, planejam crescer com os três modelos de negócio.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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