Investir em máquina de fazer chinelo exige baixo investimento e garante boa rentabilidade para o empreendedor

A busca de negócios com baixo investimento tem sido a solução encontrada por muitas pessoas que perderam seus empregos nos últimos dois anos e não conseguiram uma nova colocação. Também é a opção para aqueles que optaram empreender visando a sua independência financeira. Uma máquina de fazer chinelos, por exemplo, pode ser o início de um ótimo e lucrativo negócio que pode ser montado em casa, reduzindo ainda mais o investimento inicial.

O negócio de fabricação de chinelos em pequena escala é novo no Brasil, pois até bem pouco tempo atrás, essa área era dominada pelos grandes fabricantes. Com o lançamento de máquinas portáteis, uma série de empreendedores resolveram se lançar no mercado e os resultados têm sido satisfatórios. Outro fator de atração desse negócio é a rentabilidade do empreendimento. Com apenas uma única máquina de fabricar chinelos dá para faturar entre R$ 10 mil e R$ 12 mil por mês. Segundo os fabricantes, uma máquina que produz modelos mais simples tem capacidade de fabricar até 40 pares por dia sendo operada por uma única pessoa. Já os modelos mais sofisticados, chamados de automáticos, a produção alcança facilmente mil pares por dia.

Quanto ao custo, levando-se em consideração a matéria prima básica como a placa de borracha e tiras, o custo de um par fica em torno de R$ 5, podendo ser vendido a R$ 10. O resultado é um retorno de 100% em cada par vendido, ou seja, uma marca de lucro invejável. Agora o pulo do gato nesse segmento está na personalização das peças. Se os chinelos forem estampados com imagens bonitas e criativas ou então acrescentar detalhes como tiras decoradas com strass, pérolas e outros enfeites, o preço dispara e pode chegar facilmente a R$ 50. Neste caso, o custo de fabricação aumenta, mas em compensação a margem de lucro dispara.

Outro ponto positivo desse tipo de negócio é que operar uma máquina de fazer chinelos não requer experiência. Além disso, os fabricantes disponibilizam treinamentos na forma de vídeos que são enviados junto com a máquina ou disponibilizados na Internet.

Caso o empreendedor disponha de mais recursos, e deseja iniciar um negócio nessa área, talvez seja o caso de pensar em uma franquia, onde a comercialização dos produtos é a pedra forte do negócio e não a fabricação como no caso da máquina de fazer chinelos. O investimento numa franquia da Havaianas, por exemplo, varia de R$ 75 mil, que é um quiosque, a R$ 400 mil para uma loja de shopping.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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