Mercado de festas infantis continua aquecido, mas exige do empreendedor conhecimento, pois trabalha com diversos itens e um grande número de fornecedores

Apesar da crise econômica, o mercado de festas infantis continua aquecido. As garagens das residências e os salões de condomínios já há algum tempo perderam espaço para os bufês infantis quando o assunto é festa de criança. Só em Curitiba, são mais de 50 estabelecimentos especializados. A verdade é que as festas infantis contratadas em empresas se tornaram superproduções para impressionar os convidados, com decoração sofisticada remetendo ao tema da festa, efeitos especiais, surpresas, comidas diversificadas, atividades para o entretenimento das crianças e adultos, lembrancinhas personalizadas, entre outras coisas em que a imaginação e o orçamento do cliente é o limite.

O empreendedor que quer entrar no ramo de festas infantis deve estar consciente que precisa ter um bom conhecimento do setor, que trabalha com uma série de itens e uma quantidade muito grande de fornecedores, Algumas casas especializadas se encarregam da organização de todos os detalhes, mas essa atividade exige a participação de vários profissionais terceirizados, como decoradores com balões e temas infantis, cozinheiras, doceiras, garçons, copeiros, recreadores, fotógrafos e filmagem. Outras casas trabalham apenas com parcerias já fidelizadas e fornecedores específicos. Mesmo assim, o planejamento deve ser realizado de forma compartilhada com os pais e com a criança, e a execução da festa deve ser impecável. Nesse segmento há uma tendência de utilização de cenários temáticos do momento. Por isso, novos temas devem ser incorporados, atentando ao universo de entretenimento infantil.

Quanto à localização do negócio, uma casa para festas infantis pode ser instalada em bairros residenciais, ou em áreas comerciais, desde que esses locais tenham facilidade para o estacionamento de veículos. É importante observar também se o local é seguro. O imóvel deve ter boa aparência e favorecer a realização das adaptações e melhorias necessárias.

Já o investimento para abrir uma casa especializada em festas infantis é alto. De acordo com cálculos dos consultores do Sebrae, o empreendedor deve dispor de cerca de R$ 200 mil, recursos estes que serão utilizados para a reforma do imóvel, compra de móveis e equipamentos e uma parte deve ser destinada para capital de giro de forma a suportar o negócio nos primeiros meses de atividade.

Por último, profissionais qualificados são fundamentais para o sucesso do empreendimento. Portanto, cuidar com atenção da contratação dos profissionais que irão prestar serviços durante a realização da festa é fator chave para a qualidade global de atendimento ao cliente.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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