Quase 80% das empresas não recebem todos os documentos fiscais enviados contra seu CNPJ

Visando mostrar a importância da gestão inteligente de documentos e notas fiscais, a Arquivei, plataforma para armazenamento, organização e consulta desses dados, fez uma pesquisa com mais de 900 empresas, de diversos tamanhos e segmentos, para entender quais suas principais dificuldades no setor fiscal, referente às NFs e aos documentos de uma forma geral.

A pesquisa revela que 78% dos entrevistados não recebiam todos os documentos e notas fiscais emitidos contra seus CNPJs, o que pode gerar uma desorganização no setor fiscal e, consequentemente, problemas junto ao fisco. Outro dado importante da pesquisa é que 63% das empresas responderam que tinham dificuldade para reconhecer notas indevidas emitidas contra elas, as famosas “notas frias”, e passaram a perceber esse tipo de fraude com o gerenciamento correto dos dados fiscais. Destes, 58% alegam que passaram a notificar à SEFAZ (Secretaria da Fazenda), por meio da “Manifestação do Destinatário da Nota”, sobre o desconhecimento dessas notas fiscais indevidas, reportando a fraude ao órgão responsável.

Mais da metade dos entrevistados afirmaram que cobravam, por telefone ou e-mail, a emissão das notas fiscais de fornecedores e, ainda, aguardavam o recebimento do Danfe – Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica (NFe) -, uma representação gráfica da NFe, já que o documento com validade jurídica é totalmente online, para depois baixarem o XML da nota fiscal eletrônica manualmente pelo site da Secretaria da Fazenda, ainda assim, sem garantia de ter recebido todas notas emitidas contra seu CNPJ.

Outra dificuldade encontrada pelas empresas gira em torno das notas canceladas. O levantamento aponta que 80% dos entrevistados não faziam ideia de quando uma nota fiscal era cancelada. 70%deles citaram que ficavam checando manualmente o site da SEFAZ para garantir que as notas seriam canceladas e admitiram que o processo era falho.

“Estes dados demonstram como as empresas ainda não conseguem gerir de forma adequada seu fluxo de notas e documentos fiscais, tantos os emitidos, como os recebidos. Além de todo o retrabalho e investimento de tempo das equipes, há questões legais que podem comprometer a atuação da empresa”, pontua Christian de Cico, CEO da Arquivei.

Criada em 2014, em São Carlos, interior de São Paulo, a Arquivei, atualmente, processa mais de 6% de todas as notas fiscais emitida por mês no país, e conta com clientes como Riachuelo, Batavo, KraftHeinz, Grupo Boticário, Epson, entre outros.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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