Gestamp completa 20 anos no Brasil

Em 1998, São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, iniciava sua expansão industrial com a chegada da montadora francesa de veículos Renault. Foi a oportunidade para instalação da primeira fábrica da espanhola Gestamp no Brasil. O grupo, que desenvolve e produz componentes automotivos metálicos, completa 20 anos em solo brasileiro. A comemoração aconteceu nesta segunda-feira (8), com a presença de profissionais e colaboradores.
A qualidade dos produtos Gestamp levou à internacionalização e à expansão para novos mercados. Atualmente, a empresa opera em 21 países e fornece peças para montadoras de todo Brasil. Especializada no desenvolvimento de produtos inovadores para alcançar veículos cada vez mais seguros, a Gestamp começou sua história com 50 funcionários, quadro que hoje se estende para 4,5 mil empregos diretos nas sete fábricas brasileiras.
De acordo com o diretor corporativo de RH da Gestamp, Washington Oliveira, a empresa busca a constante valorização de seus colaborares. “Temos um time de profissionais qualificados para as mais diversas funções. Graças a eles chegamos tão longe”, garante.
No quadro de fornecedores, há alguns que estão com a Gestamp desde 1998. É o caso do escritório de Direito Empresarial Becker Flores Pioli Kishimo. “Esta é uma vitória que temos muito prazer em comemorar pois nos sentimos parte deste time e desta história de sucesso”, diz Ricardo Becker.
“Nossa parceria com o Becker é ótima e fundamental para nosso crescimento responsável e sustentável. Desde o início de nossas atividades, eles nos assessoraram com muito profissionalismo em toda a área jurídica. Somos muito gratos pelo apoio e queremos festejar juntos estes 20 anos”, garante Oliveira.
Para 2019, os planos já estão em andamento, mas com algumas ressalvas. “Nosso objetivo é continuar participando dos projetos e lançamentos de novos carros, mas também dependemos da economia dar sinais de crescimento, pois estamos longe de voltar a ter os mesmos volumes de produção de anos anteriores à crise política e econômica no Brasil”, avalia o diretor.








